quinta-feira, 13 de maio de 2010
Católicos destroem casas de evangélicos em San Cristóbal de Las Casas, No México
No 19 de abril de 2009, os evangélicos Los Llanos fizeram a inauguração de um templo. A reunião foi interrompida com a entrada de 70 pessoas. Na ocasião, os católicos afirmaram que os evangélicos seriam presos por estarem prestando um culto.
Vários líderes da nova igreja foram levados para a delegacia e detidos por uma hora, enquanto outros tradicionalistas dispersavam os demais membros.
Alfonso, um dos líderes da igreja, perguntou aos invasores o que os evangélicos tinham feito de errado, e acrescentou: “Temos um Deus e Ele está no céu.” Isso enfureceu os invasores, que agrediram o pastor Alejandro Cruz Ton.
Esse incidente não intimidou os evangélicos, que continuaram a se reunir, mesmo sob os protestos dos católicos. Em uma ocasião, pedaços de madeira e árvores foram colocados na entrada do templo, para impedir o acesso dos evangélicos.
Em outra situação, a polícia foi acionada e levou para a delegacia os 12 participantes de um culto. As pessoas ficaram detidas por pouco tempo.
No dia 28 de junho, pela manhã, foi realizada uma reunião sobre como melhorar a comunidade. O foco principal foi dizer aos evangélicos que eles precisavam abandonar sua crença e voltar à fé católica.
Os evangélicos pediram que fossem respeitados seus direitos de ter sua própria religião. Os católicos responderam que a única religião de Los Llanos é o catolicismo. À tarde, os evangélicos foram presos novamente, enquanto alguns chefes da comunidade destruíam o novo templo.
As autoridades foram além da destruição do templo e criaram um documento declarando que os evangélicos estavam de acordo de que o templo deles deveria ser destruído e que cooperariam com os festivais católicos.
Os evangélicos responderam que era mentira e declararam: “Não, nós não deixamos nossa fé em Jesus.” Por conta disso, continuaram a sofrer abusos e ameaças.
Fonte: Arca Universal
Religiosos, juristas e ongs divergem sobre união civil gay
Críticos e defensores da união civil de homossexuais colocaram seus argumentos diante do plenário lotado, onde evangélicos contrários à união de pessoas do mesmo sexo estavam em maioria.
Para tentar chegar a um acordo, o presidente da CCJ e relator do Estatuto das Famílias, deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), disse que diante de tantas diferenças e dúvidas, vai tentar encontrar um meio termo.
Direitos civis
Para o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, Toni Reis, não se trata de casamento, mas sim de garantir direitos civis. "Envolve essa questão da herança, de planos de saúde, de adoção. Nós queremos nem menos nem mais, queremos direitos iguais. Nós não queremos é o casamento, nesse momento não é a nossa pretensão. O que nós queremos são os direitos civis", diz Toni.
Tema eleitoral
O pastor da Assembleia de Deus Silas Malafaia afirmou que conceder os diretos civis é a porta para depois aprovarem o casamento. Ele defendeu que a família é o homem, a mulher e a prole, sendo que a própria Constituição defende esse desenho familiar. Malafaia trouxe o debate para o contexto político das eleições presidenciais.
"Eu ouvi os homossexuais fazerem aqui pronunciamentos dizendo que o presidente os indicou para a ONU, que o presidente os apoia totalmente, então nós evangélicos, que representamos 25% da população, temos que pensar muito bem em quem vamos votar para presidente da República", avisou.
Malafaia questionou se outros comportamentos poderiam, futuramente, virar lei. "Então vamos liberar relações com cachorro, vamos liberar com cadáveres, isso também não é um comportamento?" O pastor foi muito aplaudido durante sua exposição.
Desconstrução da família
Na mesma linha crítica, o pastor da Igreja Assembleia de Deus Abner Ferreira afirmou que o Estatuto das Famílias seria, na verdade, o Estatuto da Desconstrução da Família. Segundo ele, ao admitir a união de pessoas do mesmo sexo, a proposta pretende destruir o padrão da família natural, em vez de protegê-la. Ele disse que todas as outras formas de família são incompletas e que toda manobra contrária à família natural deve ser rejeitada.
Juristas discordam sobre direitos civis para uniões homoafetivas
Ela avaliou que o debate foi para a esfera ideológica. "Estou sentindo nesse espaço um clima de muito medo, de muito revanchismo, pouco técnico, pouco científico, pouco preparado”, observou. “As pessoas estão se deixando dominar por posições religiosas muito ferrenhas, e confesso que não sei porque têm medo que simplesmente se assegure direitos aos homossexuais, se assegure a crianças terem um lar", acrescentou.
Maria Berenice Dias citou decisão recente do Superior Tribunal de Justiça, que reconheceu a adoção feita por duas mulheres, e afirmou que a união homoafetiva não ameaça a família. "Argentina, Uruguai, México e Canadá são alguns dos países que reconhecem essas uniões. Quem conhece esses lugares sabe que, por lá, a família vai muito bem, obrigada", disse.
Fere a Constituição
Representando o Instituto dos Advogados de São Paulo, Regina Beatriz Tavares da Silva defendeu o atual Código Civil e disse que a criação do Estatuto das Famílias fere a Constituição. Ela não se disse contra a união homoafetiva, mas mencionou pontos como a possibilidade da amante receber pensão, o que para ela é exemplo de poligamia. Ela também criticou o fato de o Estatuto não prever a separação litigiosa culposa.
"Quando existe culpa no Direito, precisa haver pena, porque senão quem é culpado, quem age de maneira errada nunca se corrige”, afirma. “O Estatuto propõe que se elimine a culpa nos rompimentos do casamento e da união estável. Isso também é inconstitucional, isso também viola a dignidade da pessoa humana, isso viola os direitos da personalidade à honra."
De acordo com ela, o projeto pretende revogar todo o livro de Direito de Família do Código Civil, que tramitou durante 27 anos na Câmara e no Senado. "Tirar o direito de família do Código Civil é um absurdo, falar que o direito de família deve ser ater a questões de afeto é outro absurdo", afirmou
Laços familiares
O especialista em Direito Civil Paulo Luiz Lôbo, professor da Universidade Federal de Alagoas e ex-integrante do Conselho Nacional de Justiça, disse que o projeto que cria o Estatuto das Famílias é importante para fortalecer os laços familiares e dar suporte legal às situações que acontecem na realidade.
Ele afirmou que a proposta moderniza a legislação ao propor simetria entre casamento e união estável e também ao abordar questões patrimoniais dentro dos casamentos e das uniões.
Fonte: Agência Câmara
O Secretário do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, afirmou que não é o celibato
Bertoni, que está em meio a uma viagem ao Chile, afirmou que o papa Bento XVI “logo tomará novas e surpreendentes iniciativas em relação aos casos de abuso sexual”, sem dar maiores detalhes.
“Diversos psicólogos e psiquiatras já declararam que não há relação entre o celibato e a pedofilia, enquanto muitos outros disseram, pelo que fui recentemente informado, que há a relação entre pedofilia e homossexualismo”, afirmou o ministr em uma entrevista coletiva.
“Essa patologia toca todas as categorias da atividade humana, e os padres em uma proporção menor”, afirmou. “O comportamento desses padres, nesses casos, é muito sério, é escandaloso.”
A visita de Bertone ao país sul-americano coincide com um período em que a Igreja Católica tem sido assolada por diversos escândalos envolvendo abusos sexuais de crianças – a maior parte de meninos – por padres. Além dessas denúncias, há também acusações de que a instituição religiosa teria se silenciado em relação a alguns desses casos – envolvendo até mesmo o papa antes de ser escolhido para substituir João Paulo II em 2005.
Fonte: G1
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Filha cristã de 18 é seqüestrada, agredida e convertida no Paquistão
PAQUISTÃO – Os muçulmanos que sequestraram e converteram à força uma jovem cristã de 18 anos agrediram a mãe dela em duas ocasiões para impedi-la de tentar recuperar sua filha.
No dia 25 de abril, Muhammad Akhter e Muhammad Munir invadiram a casa da viúva de 50 anos, Fazeelat Bibi, enquanto seus filhos estavam no trabalho e a agrediram, pois estavam nervosos com suas tentativas de recuperar sua filha Saira.
O presidente da Fundação de Advogados Cristãos (CFL), Khalid Gill, disse que as ligações feitas pelos vizinhos para a polícia foram em vão, pois os homens a agrediram em Lahore, na colônia predominantemente muçulmana de Bostaan.
No dia 18 de abril, Muhammad Akhter e membros de sua família já haviam agredido Fazeelat Bibi com paus e rasgado sua roupa, quando a viúva foi até a casa deles depois de ter recebido um telefonema de sua filha sequestrada.
Na ligação que Saira fez à sua mãe, a jovem chorava e dizia que Munir e Akhter estavam espalhando rumores de que ela havia fugido com Munir. A jovem contou como Munir, Akhter e a irmã de Munir, Billo Bibi, tinha ajudado no sequestro, roubado suas joias e a forçado a se converter ao Islã e casar com Munir.
Na época em que foi sequestrada, no dia 10 de março, Saira estava noiva de um jovem cristão chamadi Youhanabad, um bairro pobre na periferia de Lahore.
“Os irmãos de Saira e eu estávamos muito felizes porque iríamos marcar a data de seu casamento.”
Fazeelat Bibi procurou a ajuda da polícia, mas os advogados dela disseram que o inspetor foi subornado pela família de Munir e que estava inclinado a ajudar os seus companheiros muçulmanos no caso. O inspetor também disse para Fazeelat mudar para um bairro pobre cristão, pois ninguém iria ajudá-la em Boostan.
Depois do dia 18 de abril, Fazeelat Bibi não soube mais nada de sua filha.
Fonte: O Verbo
segunda-feira, 10 de maio de 2010
O documento mostra que a homossexualidade está na raiz da crise de abuso sexual
Clowes cita estudos, inclusive:
— O homossexual Alfred Kinsey, o supremo pesquisador sexual dos EUA, revelou em 1948 que 37 por cento de todos os homens homossexuais confessaram ter tido sexo com crianças abaixo de 17 anos.
— Um recente estudo publicado na revista Archives of Sexual Behavior (Arquivos de Conduta Sexual) revelou que “A melhor evidência epidemiológica indica que só 2,4% dos homens que têm atração por adultos preferem homens. Em contraste, entre 25 e 40% dos homens que sentem atração por crianças preferem meninos. Portanto, o índice de atração homossexual é de 6 a 20 vezes mais elevado do que entre pedófilos”.
— Um estudo em Archives of Sexual Behavior revelou que “A pedofilia parece ter uma associação muito mais do que casual com outros dois fenômenos estatisticamente infreqüentes. O primeiro desses é a homossexualidade… Pesquisas recentes estimam a preponderância da homossexualidade, entre homens que têm atração por adultos, na faixa dos 2%. Em contraste, a preponderância da homossexualidade entre pedófilos pode ser tão elevada quanto 30-40%”.
— Um estudo na Revista de Pesquisa Sexual observou que “…a proporção de criminosos sexuais contra crianças do sexo masculino entre homens homossexuais é significativamente maior do que a proporção de criminosos sexuais contra crianças do sexo feminino entre homens heterossexuais… o desenvolvimento da pedofilia está mais intimamente ligado à homossexualidade do que à heterossexualidade”.
— Um estudo de 229 homens condenados por estupro de crianças, publicado em Archives of Sexual Behavior, revelou que “oitenta e seis por cento dos criminosos [sexuais] contra pessoas do sexo masculino descreviam-se como homossexuais ou bissexuais”.
Para ver as referências dessas pesquisas, por favor, leia o documento total de Clowes aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: o verbo
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Ciência ou Religião, qual a sua fé...
Na cultura popular, esses fenômenos são atribuídos à religião ou às drogas. Mas, para a equipe eslovena, o estudo oferece uma explicação mais consolidada de por que tantos pacientes que sobrevivem a uma parada cardíaca relatam estas sensações.
Estima-se que entre 10% e 25% dos pacientes que sofrem de paradas cardíacas vivenciam algo semelhante.
A anoxia – a morte de células do cérebro em consequência da falta de oxigênio – é uma das principais teorias para explicar as experiências vividas em momentos de morte iminente. Mas este efeito foi estatisticamente insignificante no pequeno grupo de onze pacientes que as vivenciaram no estudo esloveno.
Fonte: bbc brasil