terça-feira, 8 de junho de 2010

Júlia Paes sente arrependimento do passado negro da sua vida, e passa mal ao falar

A atriz e cantora Júlia Paes teve um mal estar depois de assistir a uma matéria do TV Fama sobre o seu casamento, que aconteceu na última sexta-feira.

Além de mostrar imagens da família, o programa exibiu uma retrospectiva da carreira de Júlia, que inclui sua participação em filmes pornográficos, o namoro com Thammy Gretchen, e o grupo Sexy Dolls, em que ela cantava.

Depois de largar a carreira de atriz pornô, Julia Paes, que está grávida de cinco meses de uma menina, e se casou, em São Paulo, com o namorado Gabriel Ribeiro.

A moça já tem dois filhos de um relacionamento anterior e está esperando uma menina, que vai se chamar Gabriele.

Com poucos anos de carreira artística, Júlia Paes nunca deixou de estampar as páginas das revistas e sites de celebridades. O relacionamento dela com Thammy Gretchen rendeu um ensaio nu para uma revista erótica e muita polêmica.
Após o fim do grupo Sexy Dolls, Júlia Paes se converteu, passou a frequentar uma Igreja Evangélica e se casou, grávida de seis meses, com Gabriel Ribeiro.

Sabrina Boing Boing e Carol Miranda, amigas inseparáveis de Júlia e ex-integrantes do grupo musical, foram as madrinhas do casamento.

Jesus tem poder para salvar e libertar o pecador. Basta o arrependimento de coração, disse Jesus, eu vim para os doentes, não para os sãos. Mas Cristo ama a todos.

fonte: Dia / Uai / Abril

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Pastor evangélico tem metas 1000 templos em 5 anos

Muitos pastores da Assembléia de Deus tinha o desejo de fazer isso, mas não tinha coragem, pois alguns tem medo do anonimato. Agora ele pode expandir seu ministério livremente.
O televangelista Silas Malafaia está sedento. Sua meta é implantar, nos próximos cinco anos, 1 000 templos pelo Brasil afora. Hoje, ele comanda 97 igrejas. O plano só será possível porque o pastor deixou, há duas semanas, a vice-presidência da Convenção-Geral das Assembleias de Deus no Brasil, que congrega 60% dos pastores da denominação. Malafaia saiu afirmando que a direção se tornara um "caso de polícia". Na semana passada, o tesoureiro fez o mesmo, dizendo haver "tremendas irregularidades". Se as acusações forem comprovadas, será um ganho duplo para Malafaia: ele ficará livre dos problemas e também das amarras que a organização impõe à criação de templos em áreas de outros pastores.


Fonte: veja.com / radar

domingo, 6 de junho de 2010

Movimento homossexual do Brasil confessa existência de ex-gays

Diz: “Nós precisamos de vocês, heterossexuais. Amamos vocês para que reproduzam filhos que se tornem homossexuais”.

(Por Matthew Cullinan Hoffman) – Luiz Mott, o incontestável líder do movimento homossexual do Brasil, confessou na televisão nacional que ninguém nasce homossexual, e que as pessoas podem mudar sua orientação sexual

Numa participação recente no “Programa do Jô”, um programa de entrevista tarde da noite e muito popular transmitido pela Rede Globo, Mott disse ao apresentador que ele é um “ex-heterossexual”.

“Eu sou um heterossexual como existem ex-gays, pessoas que não eram 100% homossexuais”, disse Mott. “Eles tiveram algumas experiências, não gostaram e daí passaram para o outro lado”.

Embora Mott tenha atribuído mudança às pessoas que não eram “100% homossexuais”, ele deixou claro para o apresentador Jô Soares que ele crê que “todos os seres humanos têm, como Freud diz, um desejo bissexual”, e que a preferência sexual é algo flexível e mutável.

“Felizmente, a sexualidade humana é cultural e construída e pode mudar. Eu acho que não vou mudar mais porque já tô muito acostumado e feliz”, ele disse para Soares.

“Eu costumo falar: Nós precisamos de vocês, heterossexuais. Amamos vocês para que reproduzam filhos que se tornem homossexuais… novos gays e novas lésbicas”, acrescentou Mott durante a entrevista, que foi transmitida em 24 de abril.

Conforme LifeSiteNews comentou em artigos passados, Mott é também conhecido por sua aberta atração para com adolescentes e considera restrições ao sexo com menores como baseadas em “preconceitos”.


fonte: o verbo

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Muito desconforto e inconformidade com as igrejas e pastores de São Paulo, na Marcha para Jesus!

Ao manifestar o que chama de “inconformidade e desconforto” com a igreja evangélica, o pastor, teólogo e filósofo Paulo Siqueira, de 41 anos, não imaginava que estaria reunindo um grupo de descontentes – e comprando briga com outro bem mais volumoso. Ambos se reencontraram durante a Marcha para Jesus 2010, marcada para quinta (3/6).

Tudo começou com dois blogs nos quais ele começou a pregar o que chama de “Evangelho puro e simples”, contrariado com os ganhos financeiros de algumas igrejas. “A igreja se transformou num veículo de lucro. Não luta mais pelos valores humanitários. Tudo é cobrado, até a felicidade, quando a moeda deveria ser o amor.”

O desabafo saiu do campo virtual em 2009, quando a Marcha para Jesus São Paulo foi reconhecida pelo governo e o apóstolo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer, retornava dos Estados Unidos após ser preso acusado de tentar entrar no país com dinheiro não declarado. “Ele voltou como mártir da igreja. Foi a gota d’água.” Ele, então, propôs nos blogs um protesto durante o evento e foi com a esposa até o local. Oito pessoas apareceram para o que chamaram de Marcha pela Ética Evangélica Brasileira.

No meio da multidão enquanto acontecia a Marcha para Jesus, o grupo não foi exatamente bem recebido. Segundo Paulo, pessoas tentaram arrancar os cartazes onde estava escrito “Voltemos ao Evangelho puro e simples – o $how tem que parar!”. “Jogaram garrafas d’água em nós, fomos vaiados… Nos chamaram de fariseus”, conta ele. Um dos participantes diz no vídeo registrado na ocasião que “o que aconteceu hoje não foi uma marcha para Jesus. Foi uma manifestação do poder político dos evangélicos”. “Somos contra os abusos cometidos em nome de Deus”, resume Vera, esposa de Paulo, que mesmo grávida (de nove meses) foi participar do protesto. Desta vez, Paulo espera reunir mais gente. O ponto de encontro foi na saída do metro Tiradentes, às 9:30h.

Até o fechamento desta notícia, os blogueiros ainda não tinham atualizado os blogs informando como estavam e o que havia acontecido.

A Marcha para Jesus no Rio Grande do Sul também teve protesto. Realizada no dia primeiro de maio na cidade de Santa Maria alguns evangélicos fizeram outro protesto contra o evento. Na frente do palco e portando apenas uma faixa e camisetas os jovens pediram “Voltemos para o Evangelho”.

Apesar dos protestos o jornal americano Washington Post destacou em sua versão online a Marcha para Jesus 2010. A reportagem destacou que o evento reuniu cerca de 1 milhão de fiéis de centenas de igrejas protestantes no país.

Segundo o jornal, a marcha ressalta o aumento da influência dos evangélicos no Brasil, onde igrejas como a Renascer em Cristo e a Universal do Reino de Deus têm crescido rapidamente nas últimas décadas.

De acordo com as últimas pesquisas disponíveis, a porcentagem de católicos no Brasil caiu de 84% em 1995 para 74% em 2000. No mesmo período, o número de evangélicos aumentou de 9% para 15%, afirma o The Washington Post.

Fiéis, músicos e carros de som percorreram uma rota de quase 4 km, que terminou em uma praça [praça Campo de Bagatelle], onde uma grande multidão já aguardava a procissão. Essa foi a 18ª edição da marcha, que é organizada pela igreja Renascer em Cristo.

A marcha para Jesus não é exclusiva de uma denominação, mas é de todas as igreja evangelicas do Brasil, levar o nome de organizadora sendo que a igreja evangélica no Brasil tem varias denominações, tem que ser organizada por todas. No Estado do Piaui Teresina as igreja evangélicas através da alinça de Pastores e igrejas participam do evento de forma harmoniosa e tranquila, dando exemplo para São Paulo.

fonte: gnoticias.com

Religiosos já negociam votos antes das eleições, não acho que seria política e religião? Mas no Brasil não dar para ver diferença!

Se os processos por campanha antecipada estão virando quase uma nova moda da política nacional, o controle nem passa perto de um importante centro da disputa presidencial deste ano: as igrejas. Para a professora Maria das Dores Campos Machado, especialista em voto e religião, é preocupante que não haja regras sobre promoção de candidatos nos templos.

Na mídia, o governo tem controle se está fazendo campanha ou não. Nem sempre você tem essa mesma possibilidade na igreja. A grande preocupação é a possibilidade de controlar a informação que se tem nesses espaços e ter alguns parâmetros para o que ali é feito.

Em entrevista a Terra Magazine, a socióloga da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) discutiu a importância dos grupos evangélicos nessas eleições. Dilma Rousseff, do PT, deve contar com o apoio da Igreja Universal do Reino de Deus. Já José Serra, do PSDB, tem se aproximado da Assembleia de Deus, que, acredita a professora, pode rachar nessas eleições.

Terra Magazine – Os evangélicos levam a religião mais em conta na hora do voto do que outros fiéis?
Maria das Dores Campos Machado – Não é que a religião seja levada mais em conta. No Brasil, a questão é: que tipo de evangélico está valorizando a participação política? Os evangélicos que estão mais envolvidos na política e que tem despertado mais atenção da mídia são os pentecostais. O que você tem de novidade é que os pentecostais, que até certo tempo, tinham uma visão mais distante com relação à política, de repente passam a repensar a participação política.

Esse interesse na política é recente?
A partir dos anos 70 e 80 esses grupos começam a rever sua opção com relação a uma série de instituições. O surgimento de algumas igrejas mais contemporâneas como a Universal do Reino de Deus vai resultar num mimetismo por parte das outras. As outras ao vê-la tendo sucesso começam a rever suas posições e a tornarem-se mais flexíveis para atrair a classe média e outros grupos sociais. Então a política passa a ser um tema, como vai ser o futebol, uma série de outras instituições.

Mas então qual é a preocupação com os evangélicos nesse momento?
No caso dos evangélicos, esse interesse despertou um estranhamento na sociedade. Primeiro, porque são grupos vinculados às camadas populares. Nesse sentido, desperta uma preocupação com relação a que esses grupos populares são grupos que tem baixo nível de instrução. E, nesse grupo – a literatura da ciência política já aponta – a tendência é que a escolha ou a definição do voto seja feita em função de troca de informações ligadas à comunidade mais próxima. Então, se você não tem muita informação e se você transita em outras instituições, acaba que você define seu voto em função de poucas pessoas. No caso da igreja, o que se percebe é que essas pessoas acabam sendo influenciadas porque existe também uma autoridade espiritual. O próprio pastor está transferindo uma autoridade pessoal para o campo da política. Se ele indica alguém, o preocupante é a maneira como estes grupos evangélicos vêm estimulando a participação política em sujeitos que não tem outros espaços para comprovar a informação que está sendo transmitida ali.

Então esse estímulo dentro das igrejas pode ser perigoso?
Quando as igrejas assumem esse papel de divulgação e apoio de candidaturas – algumas tentativas até de organizar partidos políticos – você acaba transferindo párea esses espaços sociais, onde não se tem controle do que é feito, atividades que deveriam ser transferidas para um ambiente público, onde você tem controle. Na mídia, o governo tem controle se está fazendo campanha ou não. Nem sempre você tem essa mesma possibilidade na igreja. A grande preocupação é a possibilidade de controlar a informação que se tem nesses espaços e ter alguns parâmetros para o que ali é feito.

Você falou da Universal. Ela foi mesmo a primeira a se lançar na política?
Não é que é a primeira, mas ela é mais ousada. Ela tem se demonstrado mais ágil na abdução de algumas bandeiras dos movimentos sociais e algumas estratégias dos movimentos sociais. Ela tem se mostrado mais plástica, mais maleável no sentido de lidar com as diferentes tendências na sociedade. Ela tem sido uma ponta de lança.

Hoje há uma espécie de polarização entre a Universal e a Assembleia de Deus, não?
Pois é, se você pegar, a Assembleia de Deus é a igreja mais antiga do mundo pentecostal, ela e a Congregação Cristã do Brasil. A Assembleia de Deus é também a que tem mais fiéis, ela também tem uma bancada forte, mas sua participação é invisível, porque ela faz uma política sem grande alarde e não tem tanta plasticidade como tem a Universal. A Universal criou uma assessoria política muito antes das outras.

Essa atuação política dos pentecostais parece ter chegado primeiro ao legislativo e agora está fazendo diferença na eleição presidencial. Isso é novidade?
Não, desde o Lula isso tem sido forte. Várias candidaturas do Lula já tinham tido interferência das igrejas. A última eleição do Fernando Henrique Cardoso, os religiosos já estavam apoiando Fernando Henrique e com medo do Lula. Depois eles vão se virando mais para o PT. Mas isso tem sido muito forte desde a primeira vitória do Lula.

Você se arriscaria a dizer, hoje, o que é que tem mais influência: ter o apoio da Universal, como a Dilma tem, ou tentar jogar com questões da Igreja Católica, como o aborto?
Veja bem, os evangélicos eles são minoria ainda no Brasil como um todo, então a Igreja Universal é uma parte dentro desse mundo evangélico. Isso tem peso? Tem porque esses grupos são os grupos que ficam mais dentro dos indefinidos. Aqueles que resolvem seu voto em cima da hora e sem uma posição ideológica clara. Mas a Igreja Católica também tem um peso muito grande, principalmente nos movimentos sociais, movimentos sem terra. Então, não se pode falar qual que tem mais importância. O que eu acho interessante é que hoje você, além de ter que ter o apoio católico, você tem que ter o apoio evangélico. Isso não existia antes. Agora, os evangélicos também vão se dividir entre Serra e Dilma.

A Assembléia de Deus vai apoiar o Serra…
A Assembléia tem dois braços, a de Belém e a de Madureira. A que está apoiando o Serra é a de Belém, Belenzinho que é aqui em São Paulo. O grupo evangélico é muito heterogêneo, é muito plural e muito competitivo internamente. Até essa coisa da Assembléia de Deus apoiar o Serra… Eu acho que tem a questão local, porque a sede dela está em São Paulo, mas tem também essa questão de se diferenciar da Universal, marcar uma posição.

E porque você acha que os candidatos tem certa dificuldade em assumir sua própria fé? A Marina é evangélica mas evita falar. A Dilma demorou a dizer que era católica…
O imaginário brasileiro tem uma valorização muito grande da fé e da religiosidade. Então a nossa elite política não assume explicitamente as suas posições por medo de perder voto. O Fernando Henrique disse que ele era ateu e perdeu voto. Nesse sentido, você se dizer ateu ou se dizer mesmo evangélico é complicado. São razões diferentes. Porque a Marina não pode dizer que é pentecostal? Porque pentecostalismo é, de uma certa forma, muito desvalorizado porque está associado a um certo fanatismo, a uma crítica de proselitismo. Está associado a grupos mais populares. Alguém que quer ser Presidente da República tem que ir além destas amarras religiosas.

Esse jogo de apoio de uma igreja a um determinado candidato é uma questão mais política que de fé?
Sim, mas aí você tem que ver que são dois níveis diferentes. Uma coisa é o fiel e outra coisa é o apoio da igreja. Quando você pensa o fiel, você tem que ver quais são seus valores, como ele vê o mundo, quais são suas representações. É diferente dos olhos de uma instituição religiosa. Aí você tem alguns compromissos que são assumidos, é uma troca de favores. Alguns interesses mais claros, concessões de TV e de rádio, certo controle sobre investigações da Polícia Federal… Você pode botar na mesa vários temas.

fonte: terra magazine

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Glória Perez diz em blog: “se tornou final de carreira para psicopatas assassinos, virar pastor”

A autora Glória Perez usou seu blog para criticar a nova atividade de Guilherme de Pádua, assassino de sua filha, Daniela Perez, que virou pastor de uma igreja evangélica em Minas Gerais.

Para falar de Pádua, Glória Perez também usou como exemplo de “impunidade” o assassino da menina Miriam Brandão, que foi queimada por seqüestrados por supostamente ter chorado no cativeiro. “Um dos seus assassinos, o Wellington, teve a pena extinta e virou pastor: já é dono de três igrejas! Sequestrou, incendiou viva uma criança de 5 anos, e hoje ganha a vida contando seu feito!”, escreveu a autora.

Glória complementou sua revolta da seguinte forma: “Aliás, Guilherme de Pádua também [é pastor]! Com todo respeito aos fiéis iludidos, parece que se tornou final de carreira para psicopatas assassinos, virar pastor!”, declarou Glória Perez que finalizou. “Bem que Jesus podia voltar a Terra e expulsar de novo, a chicotadas, esses vendilhões do templo!”.

Daniela Perez tinha 22 anos quando foi assassinada por Guilherme de Pádua e sua mulher na época, Paula Nogueira Thomaz, no dia 28 de dezembro de 1992. Daniela foi morta com 18 golpes de tesoura.

Acho que não é bem assim as afirmações de glória, poderia ser escritor, advogado, médico, até... Fazer uma afirmação que final de carreira de bandido é virar pastor é demais. Poderia ser qualquer coisa. Ou um grande escritor.

Fonte: o verbo

Ratinho, chama os evangélicos de coitados, é ele que não tem audiência

Na ultima sexta feira (28/05) em seu programa semanal no SBT, Carlos Massa, mais conhecido como “Ratinho”, ofendeu os evangélicos e desafiou o líder da Igreja Renascer em Cristo. Em um momento de seu programa, “Ratinho” afirmou que a igreja evangélica só “expulsa demônio de gente pobre” enquanto os ricos são “abençoados” e desafiou o apóstolo Estevam Hernandes há tirar o demônio dele, caso contrário, ele expulsará os do apóstolo. O Apóstolo Estevam Hernandes, fundador da Igreja Renascer, respondeu durante um culto a provocação do apresentador: “se ele quiser eu vou, não tem problema não! Qual é o problema? Ele deve estar precisando”. “Ratinho” afirmou ainda que o povo evangélico são uns “coitados” e que quer “cascalho” para expulsar os demônios.

Em resposta ao apresentador o Apóstolo Estevam disse para seus seguidores no twitter, que isso é sinal de que o apresentador acompanha os cultos da Igreja Renascer pela televisão: “sinal que ele ta assistindo”, disse ainda: ” lamentável esse ratinho precisa ter o minimo decência ,porque decadência ele conhece. (…) audiência dele e pífia na tv fazendo baixaria (…) falta de respeito a liberdade de culto eu vou fazer o que Jesus mandou. Deus julgara esse cara” finalizou.

Carlos Massa respondeu aos protestos dos evangélicos via twitter: “Tem muita gente braba com o que eu falei. Opinião é opinião gente.”

Fonte: gnoticias.com