domingo, 8 de agosto de 2010

“A nova reforma Protestante” é a matéria de capa da Revista Época"


Ilustração de um monumento em forma de cruz A nova reforma Protestante é a matéria de capa da Revista Época

Inspirado no cristianismo primitivo e conectado à internet, um grupo crescente de religiosos critica a corrupção neopentecostal e tenta recriar o protestantismo à brasileira

Rani Rosique não é apóstolo, bispo, presbítero nem pastor. É apenas um cirurgião geral de 49 anos em Ariquemes, cidade de 80 mil habitantes do interior de Rondônia. No alpendre da casa de uma amiga professora, ele se prepara para falar. Cercado por conhecidos, vizinhos e parentes da anfitriã, por 15 minutos Rosique conversa sobre o salmo primeiro (“Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios”). Depois, o grupo de umas 15 pessoas ora pela última vez – como já havia orado e cantado por cerca de meia hora antes – e então parte para o tradicional chá com bolachas, regado a conversa animada e íntima.

Desde que se converteu ao cristianismo evangélico, durante uma aula de inglês em Goiânia em 1969, Rosique pratica sua fé assim, em pequenos grupos de oração, comunhão e estudo da Bíblia. Com o passar do tempo, esses grupos cresceram e se multiplicaram. Hoje, são 262 espalhados por Ariquemes, reunindo cerca de 2.500 pessoas, organizadas por 11 “supervisores”, Rosique entre eles. São professores, médicos, enfermeiros, pecuaristas, nutricionistas, com uma única característica comum: são crentes mais experientes.

Apesar de jamais ter participado de uma igreja nos moldes tradicionais, Rosique é hoje uma referência entre líderes religiosos de todo o Brasil, mesmo os mais tradicionais. Recebe convites para falar sobre sua visão descomplicada de comunidade cristã, vindos de igrejas que há 20 anos não lhe responderiam um telefonema. Ele pode ser visto como um “símbolo” do período de transição que a igreja evangélica brasileira atravessa. Um tempo em que ritos, doutrinas, tradições, dogmas, jargões e hierarquias estão sob profundo processo de revisão, apontando para uma relação com o Divino muito diferente daquela divulgada nos horários pagos da TV.

Estima-se que haja cerca de 46 milhões de evangélicos no Brasil. Seu crescimento foi seis vezes maior do que a população total desde 1960, quando havia menos de 3 milhões de fiéis espalhados principalmente entre as igrejas conhecidas como históricas (batistas, luteranos, presbiterianos e metodistas). Na década de 1960, a hegemonia passou para as mãos dos pentecostais, que davam ênfase em curas e milagres nos cultos de igrejas como Assembleia de Deus, Congregação Cristã no Brasil e O Brasil Para Cristo. A grande explosão numérica evangélica deu-se na década de 1980, com o surgimento das denominações neopentecostais, como a Igreja Universal do Reino de Deus e a Renascer. Elas tiraram do pentecostalismo a rigidez de costumes e a ele adicionaram a “teologia da prosperidade” (leia o quadro abaixo). Há quem aposte que até 2020 metade dos brasileiros professará à fé evangélica.

Nos Estados Unidos, a reinvenção da igreja evangélica está em curso há tempos. A igreja Willow Creek de Chicago trabalhava sob o mote de ser “uma igreja para quem não gosta de igreja” desde o início dos anos 1970. Em São Paulo, 20 anos depois, o pastor Ed René Kivitz adotou o lema para sua Igreja Batista, no bairro da Água Branca – e a ele adicionou o complemento “e uma igreja para pessoas de quem a igreja não costuma gostar”. Kivitz é atualmente um dos mais discutidos pensadores do movimento protestante no Brasil e um dos principais críticos da“religiosidade institucionalizada”. Durante seu pronunciamento num evento para líderes religiosos no final de 2009, Kivitz afirmou: “Esta igreja que está na mídia está morrendo pela boca, então que morra. Meu compromisso é com a multidão agonizante, e não com esta igreja evangélica brasileira.”

Essa espécie de “nova reforma protestante” não é um movimento coordenado ou orquestrado por alguma liderança central. Ela é resultado de manifestações espontâneas, que mantêm a diversidade entre as várias diferenças teológicas, culturais e denominacionais de seus ideólogos. Mas alguns pontos são comuns. O maior deles é a busca pelo papel reservado à religião cristã no mundo atual. Um desafio não muito diferente do que se impõe a bancos, escolas, sistemas políticos e todas as instituições que vieram da modernidade com a credibilidade arranhada. “As instituições estão todas sub judice”, diz o teólogo Ricardo Quadros Gouveia, professor da Universidade Mackenzie de São Paulo e pastor da Igreja Presbiteriana do Bairro do Limão. “Ninguém tem dúvida de que espiritualidade é uma coisa boa ou que educação é uma coisa boa, mas as instituições que as representam estão sob suspeita.”

Uma das saídas propostas por esses pensadores é despir tanto quanto possível os ensinamentos cristãos de todo aparato institucional. Segundo eles, a igreja protestante (ao menos sua face mais espalhafatosa e conhecida) chegou ao novo milênio tão encharcada de dogmas, tradicionalismos, corrupção e misticismo quanto a Igreja Católica que Martinho Lutero tentou reformar no século XVI. “Acabamos nos perdendo no linguajar ‘evangeliquês’, no moralismo, no formalismo, e deixamos de oferecer respostas para nossa sociedade”, afirma o pastor Miguel Uchôa, da Paróquia Anglicana Espírito Santo, em Jaboatão dos Guararapes, Grande Recife. “É difícil para qualquer pessoa esclarecida conviver com tanto formalismo e tão pouco conteúdo.”

2 mil anos de reinvenção da fé cristã A nova reforma Protestante é a matéria de capa da Revista Época

Sites como Pavablog, Veshame Gospel, Irmãos.com, Púlpito Cristão, Caiofabio.netou Cristianismo Criativo fazem circular vídeos, palestras e sermões e debatem doutrinas e notícias com alto nível de ousadia e autocrítica. De um grupo de blogueiros paulistanos, surgiu a ideia da Marcha pela ética, um protesto que ocorre há dois anos dentro da Marcha para Jesus (evento organizado pela Renascer). Vestidos de preto, jovens carregam faixas com textos bíblicos e frases como “O $how tem que parar” e “Jesus não está aqui, ele está nas favelas”.

A maior parte desses blogueiros trafega entre assuntos tão diversos como teologia, política, televisão, cinema e música popular. O trânsito entre o “secular” e o “sagrado” é uma das características mais fortes desses novos evangélicos. “A espiritualidade cristã sempre teve a missão de resgatar a pessoa e fazê-la interagir e transformar a sociedade”, diz Ricardo Agreste. “Rompemos o ostracismo da igreja histórica tradicional, entramos em diálogo com a cultura e com os ícones e pensamento dessa cultura e estamos refletindo sobre tudo isso.”

Em São Paulo, o capelão Valter Ravara criou o Instituto Gênesis 1.28, uma organização que ministra cursos de conscientização ambiental em igrejas, escolas e centros comunitários. “É a proposta de Jesus, materializar o amor ao próximo no dia a dia”, afirma Ravara. “O homem sem Deus joga papel no chão? O cristão não deve jogar.” Ravara publicou em 2008 a Bíblia verde, com laminação biodegradável, papel de reflorestamento e encarte com textos sobre sustentabilidade.

“O homem sem Deus joga papel no chão? O cristão não deve jogar. É a proposta de Jesus, materializar o amor ao próximo no dia a dia” VALTER RAVARA, “ecocapelão”, criador do Instituto Gênesis 1.28 e da Bíblia verde

A então ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, escreveu o prefácio da Bíblia verde. Sua candidatura à Presidência da República angariou simpatia de blogueiros e tuiteiros, mas não o apoio formal da Assembleia de Deus, denominação a que ela pertence. A separação entre política e religião pregada por Marina é vista como um marco da nova inserção social evangélica. O vereador paulistano e evangélico Carlos Bezerra Jr. afirma que o dever do político cristão é “expressar o Reino de Deus” dentro da política. “É o oposto do que fazem as bancadas evangélicas no Congresso, que existem para conseguir facilidades para sua denominação e sustentar impérios eclesiásticos”, diz ele.

fonte: revista Época/ gospel prime

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIA DE DEUS MINISTERIO DO JORDÃO - ADMJ/BRASIL

6ª CONVENÇÃO GERAL ADMJ
Tema: “Alegra – te Igreja já é a Última Hora”; Buscar – me- eis e me achareis quando me buscardes de todo vosso coração. Jeremias 29:30.

A Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério do Jordão localizada na Q.04 Setor A N° 12 Moc II Teresina - Piaui, convida você e sua familia para participar deste grande evento, nos dias 6, 7 e 8 de agosto às 19:00h.

Temos a participação de pastores e cantores, não perca oportunidade de receber a benção de Deus na sua vida. Venha e organize sua caravana.

Sexta – Feira às 19:15 h dia 06/08/2010
Abertura da Convenção – Palavra de boas vindas – Pr. Ariel
Mensagem Pr. Pedro Farias – Ass. De Deus Nova Teresina
Cantores Dupla Eurisma e Chagas
Benção Apostólica – Pr. Marcos Paulo

Sábado – 19:30h 07/08/2010
Manhã: Culto Especial – 9:30 h Abertura: Pr. Marcos Paulo
Mensagem: Pr. Paulo A Barbosa
Almoço para os convencionais

Tarde: Reunião Ministerial – às 14:30h Direção: Pr. Ariel Carvalho

Noite: Culto Especial – 19:15h – Abertura Pr. Ariel Carvalho
Solistas da ADMJ e Cantores Presente
Mensagem: Pr. Robson Marcelo – Ass. De Deus Missão Primavera
Benção Apostólica: Pr. Ariel Carvalho

Domingo - 08/08/2010
Manhã – Culto Especial
Abertura : Pr. Nilviano Sá
Período de Louvor
Mensagem: Prª Maria Luiza
Almoço aos convencionais

Noite – Abertura Pr. Ariel Carvalho
Dupla de Cantores Eurismar e Chagas
Solistas
Mensagem: Miss. Kelvin – Ass. De Deus Parnaíba
Benção Apostólica: Pr. Ariel Carvalho

Que Deus possa te abençoar em todas as tuas obras.

Ariel Carvalho
Pastor Presidente ADMJ-Br
Marcos Paulo
Pastor Presidente ADMJ-Pi

Pastor Marcos Pereira mostra seu trabalho junto as comunidades do rio

Cabrini conviveu durante dias com o polêmico pastor e registrou como ele invade bailes funks em morros dominados pelo tráfico e os transforma em cultos religiosos. Num dos blocos é possível constatar como homens armados que se rendem às suas ordens.
Pastor Marcos Pereira, para alguns, um líder. Um homem com um dom especial: o de limpar a alma de homens violentos. Para outros, carrega diversas acusações. O polêmico personagem comanda um império de 4 unidades e 700 membros, mais do que isso, e é apontado como líder espiritual dos principais bandidos do Rio de Janeiro. Uma posição que rende privilégios e também pressões.
‘Por que ele é o único que tem livre acesso nos morros e favelas cariocas? Qual o segredo para que ele consiga frequentar rodas de traficantes e bandidos destemidos? Durante dias convivemos com ele. Registramos como invade bailes funks em morros dominados pelo tráfico’, relata Roberto Cabrini.

Batidão do Senhor

Um homem que é considerado um traidor. Foi contra a lei do crime organizado na comunidade onde vive. Ele não sabia das consequências e agora vive os últimos momentos antes de ser executado. Eliminado pelos traficantes por ter roubado uma bicicleta e um botijão de gás. Como num ritual ele é espancado e depois amarrado. Ele implora pela vida e o que parecia impossível acontece. O assassinato é adiado depois que outro homem aparece: Marcos Pereira, o religioso que consegue impedir ações cruéis de criminosos perigosos. Nosso personagem vai colocando a mão na cabeça das pessoas que estão no baile e elas caem desmaiadas. O Conexão Repórter foi atrás de respostas. Foram dias de convivência. Registramos como funciona seu trabalho. Constatamos como a fé se transforma em um negócio que atrai seguidores, que faz com que bandidos endurecidos pela violência se rendam, se desarmem diante do homem que diz ter o poder de explusar demônios.
A batida marcante dita o ritmo, embala a rotina nos morros cariocas. O som, antes ouvido pelas minorias, derruba preconceitos e agora faz parte da identidade da cidade maravilhosa. No caldeirão chamado Rio de Janeiro, raças, culturas, classes sociais se misturam. A desigualdade social é evidente, está na geografia, no dia a dia e na alma dos cariocas. É neste cenário que o funk aparece como a trilha sonora oficial de uma cidade que vive no limite entre a lei e o caos. Letras em forma de protesto. Assim nasceu este movimento espelhado e importado da cultura americana. O funk surge como o grito preso na garganta, dos pobres, da periferia, dos excluídos pela sociedade. O que era para ser só uma quebra de regras estabelecidas, ultrapassa limites. Ganha contorno violentos. É a face do funk como propagador da violência. Nos bailes promovidos pelos funkeiros, uma realidade fora da lei. Armas, drogas, sexo. Tudo no mesmo lugar. Nos bastidores do batidão, como são conhecidos os bailes funk, fica claro quem está no poder. O Conexão Repórter se infiltra neste submundo alimentado pela violência, em que cidadãos de bem se misturam aos inimigos públicos da sociedade. É neste ambiente que nos deparamos com um personagem único que destoa de toda essa realidade.
O polêmico homem (Pr. Marcos Pereira) caminha tranquilo pelos morros cariocas tomados pelo tráfico. Tem livre acesso, condição conquistada, segundo ele, depois de anos de trabalho. Diz que sua missão é levar a palavra do Senhor aos criminosos que ditam as ordens nas comunidades carentes. E o que parecia improvável vira uma rotina nos becos e vielas das favelas. Estranhamente cumpre o seu papel. Parece invadir a mente dos criminosos, que aos poucos se desarmam. Abandonam identidade de homens violentos e ficam entregues aos pés do homem que entoa palavras da bíblia. Diz explusar os demônios, que segundo ele, abrigam as almas destes criminosos. É o fio de esperança para os homens que escolheram caminhos tortuosos, arriscados, ilegais. Decidimos saber mais sobre a vida deste misterioso homem que escolheu viver a vida a serviço da religião. Ele concorda em nos revelar tudo. Seguimos para a zona norte do Rio. Entramos no prédio imponente e somos recebidos por nosso anfitrião.
A noite carioca mostra sua face, no alto dos morros um ritmo eleito como hino das comunidades. Nosso destino é um dos bailes funk, na zona norte da cidade maravilhosa: o batidão, como são conhecidos. É lá que iremos acompanhar seu trabalho, uma missão dificil: a de transformar o baile em uma espécie de culto. Na chegada nos deparamos com os donos do baile. Homens armados que ostensivamente cuidam da segurança dos frequentadores do baile. Para qualquer pessoa um motivo de intimidação, mas ele não tem nenhuma dificuldade em circular livremente entre os homens considerados perigosos. Ninguém barra. Ninguém impede. O homem que sobe o morro para levar a palavra do Senhor é blindado pelos próprios chefões do tráfico. Em volta, jovens consomem bebidas alcóolicas. Garotas desfilam em trajes provocativos e traficantes mostram o poder, exibem seus arsenais. Em meio a todo este cenário intimidador ele, nosso personagem, caminha como um velho conhecido dos frequentadores. Entre um aceno e outro ele aproveita para ajudar algumas pessoas que ele diz: “estarem tomadas pelo mal”. Música alta e o objetivo do pastor é chegar até o DJ. No palco crianças dançam ao som de letras pesadas, impróprias para a idade. O homem reconhecido pela comunidade como a pessoas que tem a missão de expulsar os demônios chega ao palco, sobe e, finalmente, toma o microfone.
E, como numa mudança de rítmo, o batidão se transforma em uma espécie de ” rave gospel”. Começa o que os fiéis acreditam ser a luta do bem contra o mal. É hora de show de Marcos Pereira. A voz forte toma conta do baile. Todos ficam paralisados, atônitos com o poder enigmático . Ao presenciar estas cenas uma pergunta fica no ar. O que estas pessoas sentem ? Por que caem desnorteadas? Sugestão? Ou simplesmente fé?

Fonte: gospel prime

Bíblia na versão NVI foi totalmente traduzida para o Árabe


A Nova Versão Internacional de Estudo da Bíblia foi totalmente traduzida para o Árabe. Agora começa uma nova etapa, a impressão. Depois as Bíblias serão distribuídas a partir do Oriente Médio e África do Norte.

A expectativa é que à Palavra de Deus alcance o maior número de pessoas, muitos dos quais nunca leram a Bíblia, especialmente em sua própria língua.

Para os cristãos, moradores da região, as Bíblias serão incríveis ferramentas, não só para aprofundar a sua fé em Cristo, mas também dar-lhes orientações sobre como alcançar seus vizinhos com a mensagem eterna.

Para aquelas pessoas que ainda não aceitaram Cristo como Salvador, essas Bíblias servirão como um recurso para responder suas muitas perguntas.

Com todas as cópias distribuídas, a Sociedade Bíblica Internacional estará mais próxima da realização do seu trabalho. “O trabalho da Bíblica será completado quando cada pessoa no mundo tenha a oportunidade de encontrar Jesus Cristo através da Palavra de Deus e ser transformado”, como diz em seu site.

No entanto, a Sociedade Bíblica precisa de ajuda para financiar a impressão. E uma vez que as Bíblias são impressas, ore para Deus para abrir os corações daqueles que irão receber Bíblias.

fonte: gospelprime

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Eu ansiava equilíbrio emocional do relacionamento hetero


REINO UNIDO — A comediante britânica e ex-lésbica Jackie Clune publicou um relato de como, exausta pela disfunção emocional de seus relacionamentos lésbicos, ela descobriu em seu relacionamento subseqüente com seu marido uma liberdade de “[caminhar] lado a lado em vez de passar a vida trancada numa intimidade ou combate face a face”.

“Olhando para meus quatro filhos correndo em volta do jardim com seu pai, parece quase impossível crer que só alguns anos atrás eu jamais imaginava ter uma família”, escreveu Clune numa coluna publicada no jornal Daily Mail da Inglaterra de 26 de junho.

Clune, que é também conhecida como apresentadora e atriz, inclusive em casas de espetáculos, disse que sua iniciação no lesbianismo ocorreu de certa forma mais tarde na vida do que para muitas outras mulheres. Ela foi criada num lar “católico irlandês muito tradicional” e se apaixonou por um homem aos 17 anos. Foi na faculdade que ela achou por acaso um panfleto afirmando que a heterossexualidade é uma mera construção que deve ser alterada à vontade, o que a estimulou a se separar de seu namorado e viver o típico estilo de vida lésbico durante os próximos 12 anos, até que ela completou 34 anos.

“Eu estava excitada com a ligação íntima que um relacionamento com outra mulher poderia trazer”, disse ela.

Mas a experiência não foi o que ela de início imaginava que era. Numa entrevista com Penny Wark do jornal Times em outubro de 2005, Clune chamou a cultura lésbica de “ditatorial e intimidatória” e “o oposto do suave nirvana lésbico que eu esperava”.

Apesar da intimidade de seus relacionamentos, Clune confessou que o mundo hiper-emocional de uma ligação sexual de mulher para mulher era “exaustante”. “As mulheres com quem eu saía eram geralmente mais inclinadas a ser inseguras e precisar de confiança e eu me achava no papel masculino de ficar continuamente dando confiança para minhas namoradas”, escreveu ela. “As sutis mudanças de humor da vida do dia a dia seriam vistas de forma inesgotável”.

Clune descreve como uma amante tinha tanto ciúme e insegurança que “toda vez que gozávamos uma noite fora… brigávamos e tínhamos de partir”. “De volta a casa, passávamos então as próximas quatro horas discutindo sobre nosso relacionamento e meus sentimentos de lealdade, fidelidade e assim por diante”, escreveu ela. “Nunca terminava”.

“Será que você consegue imaginar acordar do lado de uma mulher quando você está com uma intensa TPM (tensão pré-menstrual)?”, acrescentou ela.

No fim, ela disse, o turbilhão emocional a forçou a reconsiderar seu mergulho no lesbianismo — algo que ela diz claramente que “escolheu”, e não que ela tenha nascido lésbica. “Diferente da maioria dos homens, as mulheres evidentemente oferecem umas às outras apoio interminável e praticamente nunca há falta de comunicação”, disse ela. “Mas — por mais que isso pareça bizarro — eu me achei ansiando exatamente pelo oposto”.

Depois de “uma decisão planejada de tentar os homens de novo”, Clune diz que encontrou em seu futuro marido Richard uma “bondade quieta” e “falta de necessidade” que a atraíram. “Senti que estávamos caminhando lado a lado em vez de passar a vida trancada numa intimidade ou combate face a face”, escreveu ela. “Era uma sensação natural e nada assustadora. Ele era otimista acerca do meu passado e jamais sofreu as inseguranças que eu vim a esperar”.

“Foi um sopro de ar fresco. Sempre fui ferozmente independente e sentia que eu podia ser eu mesma com ele”.

Embora não tenha abrigado nenhum ressentimento para com suas ex-companheiras e estilo de vida, Clune concluiu que ela havia “superado o lesbianismo”. “Quando somos jovens, nós todos precisamos pertencer a uma tribo e ter uma bandeira sob a qual marchar”, disse ela, acrescentando que “chamar a mim mesma de lésbica era quase como chamar a mim mesma de punk ou gótica”.

Ela diz que sua volta à heterossexualidade continua a atrair sarcasmo da comunidade lésbica: uma grande publicação lésbica votou nela como “Lésbica Mais Decepcionante do Ano”, e um grupo de Facebook agora extinto foi estabelecido intitulado “Gente como Jackie Clune Tem de Ser Levada para Fora e Levar um Tiro”. “Embora as críticas sejam ofensivas, compreendo de onde está vindo — estou deixando todos confusos”, ela diz.

Arthur Goldberg, conselheiro credenciado e especialista em auxiliar indivíduos com atração indesejada de mesmo sexo, disse para LifeSiteNews.com (LSN) que o testemunho de Clune é típico do estilo de vida lésbico. Goldberg, que co-fundou Judeus Oferecendo Novas Alternativas à Homossexualidade (JONAH), argumentou que se os defensores da agenda homossexual “admitissem quais são os verdadeiros aspectos de muitos relacionamentos [homossexuais]”, a noção de que são simples equivalentes dos relacionamentos heterossexuais não passaria um teste.

“Um dos critérios principais do lesbianismo é a dependência emocional”, disse Goldberg. “Nos relacionamentos de homens gays, é muito mais sobre sexo. Mais tipicamente com mulheres lésbicas… é monogamia, só que de vários relacionamentos consecutivos. Seu relacionamento dura de 2 a 3 anos [em que] você não consegue viver sem a outra pessoa, seu mundo inteiro é essa pessoa, e é por isso que há tanto ciúme no mundo lésbico, e é por isso que há tanta violência no mundo lésbico”.

Goldberg disse que era também comum mulheres, muitas vezes mais “sexualmente flexíveis” do que os homens, escolherem entrar no estilo de vida lésbico depois de alguma experiência de desilusão com os homens, antes de retornarem à heterossexualidade.

fonte: o verbo

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Candidato ao Senado Federal diz que políticos do Piaui estão dormindo

Dando continuidade ao quadro “Fala Candidato”, a TV Cidade Verde recebeu na edição de hoje (03), do Jornal do Piauí, o candidato do PMN ao Senado Federal, Pastor Moisés Pinto. Na oportunidade o concorrente falou de seus projetos e de suas convenções políticas e pessoais.


O candidato afirma que sua jornada tem sido “árdua”, visto as dificuldades de divulgação de projetos. “Queremos divulgar a nossa intenção de investir na agricultura familiar como forma de crescimento da economia, mas não somos representantes de nenhum grupo econômico, como os adversários. Isso dificulta nossa exposição”, disse.

Pastor Moisés critica os concorrentes e afirma que os políticos nacionais do Piauí têm “cochilado” e não estão prestando atenção nas necessidades do Estado. “O Piauí está excluído das políticas nacionais de proteção ambiental. Acho um absurdo falarem que nossa vegetação é de mata atlântica. Somos uma savana. Acho que os políticos faltaram às aulas de geografia”, afirma.



O candidato garante que quer trabalhar pela evolução do Estado e que para isso irá investir no desenvolvimento de políticas de desenvolvimento social como educação, saúde, infraestrutura, emprego e renda.

Conhecimento sobre o Piauí
Apesar de ser maranhense de Timon, Pastor Moisés garante que conhece todos os municípios do Estado. “Viajei por todas as cidades militando como pastor. Conheço os problemas e as necessidades do povo e acredito estar capacitado para ajudar o Piauí”, afirma.

Inspiração política
O candidato informa que seu partido, o PMN, está apoiando, a nível nacional, a candidatura de José Serra (PSDB) à presidência. Entretanto, garante que a sigla deixa os representantes regionais livres para apoiar o candidato com quem mais se tem proximidade.

“Não quero que minha imagem esteja presa a uma figura política. Quero está ligado ao Piauí. Esta é minha bandeira”, explica.

Entretanto, Pastor Moises não esconde identificação e admiração à Wall Ferraz e Chagas Rodrigues.

Eleições 2010
Para ele, as eleições para Senador no Piauí estão muito presas à figuras políticas tradicionais. Contudo, isso não é motivo para não haver surpresas no pleito que será realizado em outubro deste ano.

“Conseguimos a liberdade para votar em deputados, governador e presidente, mas ainda estamos presos aos nomes tradicionais para o Senado. Estou entrando pra valer nessas eleições e penso que o povo pode aguardar uma surpresa nos resultados”, analisa.



Assuntos polêmicos
Pastor Moises Pinto disse que, mesmo sendo evangélico e tendo posições pessoais sobre temas como casamento entre pessoas do mesmo sexo e aborto, defenderá os direitos da sociedade em geral.

Entretanto, aponta que é contra a legalização do casamento entre homossexuais.

Fonte: Cidadeverde.com

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIA DE DEUS MINISTERIO DO JORDÃO - ADMJ

6ª CONVENÇÃO GERAL ADMJ: Tema: “Alegra – te Igreja já é a Última Hora”; Buscar – me- eis e me achareis quando me buscardes de todo vosso coração. Jeremias 29:30. Programação dias 6, 7 e 8 de Agosto de 2010.

A Igreja Evangélica Assembléia de Deus Ministério do Jordão localizada na Q.04 Setor A N° 12 Moc II Teresina - Piaui, convida você e sua familia para participar deste grande evento, nos dias 6, 7 e 8 de agosto às 19:00h.

Temos a participação de pastores e cantores, não perca oportunidade de receber a benção de Deus na sua vida. Venha e organize sua caravana.

Sexta – Feira às 19:15 h dia 06/08/2010
Abertura da Convenção – Palavra de boas vindas – Pr. Ariel
Mensagem Pr. Pedro Farias – Ass. De Deus Nova Teresina
Cantores Dupla Eurisma e Chagas
Benção Apostólica – Pr. Marcos Paulo

Sábado – 19:30h 07/08/2010
Manhã: Culto Especial – 9:30 h Abertura: Pr. Marcos Paulo
Mensagem: Pr. Paulo A Barbosa
Almoço para os convencionais

Tarde: Reunião Ministerial – às 14:30h Direção: Pr. Ariel Carvalho

Noite: Culto Especial – 19:15h – Abertura Pr. Ariel Carvalho
Solistas da ADMJ e Cantores Presente
Mensagem: Pr. Robson Marcelo – Ass. De Deus Missão Primavera
Benção Apostólica: Pr. Ariel Carvalho

Domingo - 08/08/2010
Manhã – Culto Especial
Abertura : Pr. Nilviano Sá
Período de Louvor
Mensagem: Prª Maria Luiza
Almoço aos convencionais

Noite – Abertura Pr. Ariel Carvalho
Dupla de Cantores Eurismar e Chagas
Solistas
Mensagem: Miss. Kelvin – Ass. De Deus Parnaíba
Benção Apostólica: Pr. Ariel Carvalho

Que Deus possa te abençoar em todas as tuas obras.

Ariel Carvalho
Pastor Presidente ADMJ-Br
Marcos Paulo
Pastor Presidente ADMJ-Pi