quarta-feira, 30 de março de 2011
Teóloga e ateia, professora afirma que Deus tinha uma esposa
Em um episódio do programa a inglesa afirmou que Deus teria uma esposa, pois os antigos israelitas pensavam que o seu Deus Yahweh [Jeová] foi casado.
Segundo a pesquisadora, as primeiras versões da Bíblia apresentavam uma deusa da fertilidade, Aserá, como a possível companheira de Deus. Mas essa não é uma ideia nova. Em 1967, o historiador Raphael Patai já defendia que os antigos israelitas adoraram tanto Yahweh quanto Asherah (Aserá, em português).
Para “provar” a existência dessa suposta “esposa de Deus” são citados indícios em textos antigos, amuletos e estatuetas encontradas por arqueólogos nas ruínas de uma cidade cananéia, na região de Kuntillet Ajrud, que hoje pertence à Síria. Inscrições em cerâmica encontrada no deserto do Sinai também mostrariam que Yahweh e Asherah eram adorados em conjunto. Também colaboraria para isso a passagem no Livro de 1 Reis que menciona uma imagem da deusa colocada no templo do Senhor e teria sido adulterada posteriormente.
Stavrakopoulou não está sozinha nessa tese, o presidente Centro de Estudos Judaicos do Arizona e do Instituto Albright de Pesquisas Arqueológicas, J. Edward Wright também afirma que há várias inscrições hebraicas mencionando “Yahweh e sua Asherah”. Ele acrescenta que o nome de Asherah não foi inteiramente retirado da Bíblia por seus editores do sexo masculino.
Wright explica que ela era uma divindade importante, símbolo de fertilidade no antigo Oriente (foto), conhecida por sua força e cuidado. Afirma ainda que seu nome por vezes foi traduzido como “árvore sagrada”. Há relatos de que essa árvore foi “cortada e queimada fora do Templo, numa atitude de certos governantes que tentavam ‘purificar’ o culto e dedicar-se à adoração de um único Deus masculino, Yahweh”.
Quem também explica essa teoria de que os judeus adoravam outros deuses e que depois passaram a adorar apenas um é Aaron Brody, diretor do Museu Bade e professor adjunto de Bíblia e Arqueologia na Pacific School of Religion. Ele diz que os antigos israelitas eram politeístas e que só uma “pequena porção” adorava apenas a um Deus. Para ele, foi o exílio de uma comunidade de elite dentro da Judeia e após destruição do Templo de Jerusalém em 586 AC que os levaram a uma “visão universal do monoteísmo restrito.”
Fonte: gospel prime
sexta-feira, 18 de março de 2011
Passarela da Pigoita é a nova sensação turística do Piauí
A mais nova e surpreendente atração turística conhecida popularmente como Passarela da ‘Pigoita’, mas cujo nome é Passarela Parteira Maria da Romana está localizada no município do Novo Santo Antonio distante 120 quilômetros de Teresina.
A nova e paradisíaca paisagem que foi inaugurada a cerca de dois meses é uma reserva de águas com cachoeiras e pedras e uma ponte estilo passarela sob as águas que tem atraído visitantes de todo o Piauí.

Os turistas que visitam o local podem se deliciarem nas piscinas naturais formadas pela própria natureza e apreciar a bela vista diante da passarela.
Com o empreendimento a geração de emprego e renda também já pode ser observada no local, através das barracas de alimentos e lembrancinhas para os turistas que passam pela reserva.
Para o prefeito Cloves Melo idealizador do ponto turístico, a Passarela da Pigoita começou com a necessidade de se construir uma ponte para que os pescadores pudessem transitar, bem como os moradores ribeirinhos, além disso, o prefeito explica que o símbolo da união presente entre as pedras fez com que a idéia se tornasse realidade e unisse os trechos.
“Tudo começou quando eu vi o símbolo da união então entendi e vi a necessidade de construirmos a ponte e também desenvolver o turismo na cidade”, explicou.
Ainda segundo o prefeito, no município existem aproximadamente 18 cachoeiras catalogadas e que o projeto ainda está sendo aperfeiçoado e muitos empreendimentos ainda serão implantados na Pigoita. “Pretendo construir chalés aqui e com isso impulsionar o desenvolvimento econômico pelo turismo na cidade”, afirmou.
A vereadora da cidade Vitória acredita que através do ponto turístico a cidade terá ainda mais desenvolvimento em diversos setores. “O desenvolvimento já chegou com a Passarela da Pigoita, e isso só ajudará no crescimento da cidade e geração de emprego e renda”, ressaltou.
A estudante Karla Cristina de 20 anos que foi visitar o local a convite de amigos no período do carnaval aprovou e disse que vai voltar mais vezes e trazer amigos. “Nossa eu achei muito bom o local, além de lindo e paradisíaco, com certeza eu voltarei aqui mais vezes e vou indicar o novo ponto para amigos”, declarou.
Fonte: www.tvcanal13.com
Ed. Dani Sá
segunda-feira, 14 de março de 2011
Semel promove uma manhã de lazer no Centro Assistencial Betel - Vila Irmã Dulce
A prefeitura de Teresina através da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer promoveu no último domingo (13), uma manhã de lazer para cerca de 200 crianças no bairro Vila Irmã Dulce, zona sul de Teresina, com a participação e apoio do Centro Assistencial Betel.
O projeto que acontece todos os fins de semana em um bairro diferente da capital leva brincadeiras, diversão, cultura e esporte às crianças.
Na Vila Irmã Dulce, equipes da Semel composta por recreadores e monitores apresentaram brincadeiras, jogos, passeios e brinquedos que fizeram à alegria das crianças.
Para o presidente do Centro Assistencial Betel, pastor Marcos Paulo Queiroz de Carvalho, a iniciativa da prefeitura é muito válida e só tende a ajudar no trabalho que já é desenvolvido pela entidade na comunidade. “Essa iniciativa da prefeitura é muito importante para comunidade, para as crianças e soma com o nosso trabalho através do Betel que sempre está buscando ajuda para as crianças e também adultos dessa comunidade”, afirma.
O Centro Assistencial Betel que tem 11 anos de existência é uma entidade sem fins lucrativos localizado na Vila Palitolândia, zona sul de Teresina que atende, ajuda e desenvolve trabalhos sociais junto as comunidades carentes.
www.tvcanal13.com
ed. Dani Sá
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Formação Teológica é Importante para a Identidade da Igreja
Ex-presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Walter Altmann, admitiu que a formação teológica na IECLB merece atenção especial, uma vez que o número de estudantes vem caindo, assim como os recursos financeiros para a manutenção das três casas de formação.
Olhando a trajetória da Faculdade de Teologia da IECLB, criada em 1946, Altmann considera a grande importância do papel da formação para o futuro da Igreja.
“Na formação dos ministros e ministras está em jogo a própria identidade da Igreja,” disse, destacando que grande parte do perfil da Igreja, da sua credibilidade e fidelidade são gestados na formação. Ele também assinala que a valorização da formação teológica como uma herança muito significativa de Igrejas luteranas.
Sem sugerir um tipo de crítica às casas de formação da Igreja, mas abarcando o sistema educacional brasileiro, Altmann reconheceu um “certo declínio” e dificuldade de manutenção do perfil, tanto quantitativo como qualitativo, da formação de um modo geral. Ele sugeriu um maior intercâmbio entre os centros de formação da IECLB.
“Três centros de formação distintos, que não tivessem cooperação entre si, teriam sempre um potencial de divisão em vez de unidade,” afirmou.
No período de sua gestão, de 2003 a 2010, Altmann, na condição de pastor presidente, teve de encarar pelo menos duas fortes crises internas, motivadas por razões teológicas relacionadas aos sacramentos do Batismo e da Santa Ceia.
A IECLB apresenta uma diversidade interna, espiritual e teológica bastante grande, reconhecendo a legitimidade de expressões diversificadas existentes ao longo da história e ainda hoje presentes.
A fronteira confessionalmente aceitável para a IECLB foi transposta pelo movimento carismático, que introduziu a prática do rebatismo.
“Empenhamo-nos intensamente num diálogo tentando convencer os integrantes do movimento carismático de que este extremo não poderia ser aceito numa Igreja de confissão luterana,” relembrou Altmann.
Um grupo menor do que previsto decidiu sair da IECLB. “Mesmo assim, qualquer defecção é algo doloroso para a Igreja,” admitiu.
O embate fortaleceu, porém, a identidade, compromisso e propósito daquelas comunidades que passaram por essa experiência. Muitas pessoas que estavam afastadas decidiram retomar sua participação comunitária, litúrgica e profissão de fé.
“Então, olhando hoje, alguns anos após, creio que podemos concluir que não foi só necessário como por fim foi até benéfico que tenhamos tido esse embate,” avaliou o ex-pastor presidente e professor de Teologia.
Na questão da Santa Ceia, o cerne esteve relacionado à adoção de um novo livro de culto enfatizando o aspecto festivo da Ceia, a comunhão de irmãos e irmãs, e a comunhão com Cristo. Alguns círculos entenderam que esse enfoque deixava de lado a essência da Ceia – o perdão dos pecados. Altmann frisou, porém, que a renovação litúrgica adotada não nega que a Santa Ceia também é expressão de perdão dos pecados, mas que ela enfatiza muito a dimensão da comunhão.
Foi preciso, então, firmar a unidade da Igreja e o zelo teológico.
“... obviamente nenhuma das Igrejas luteranas tem algum dogma de infalibilidade de quem detém esse ofício, de modo que sempre é matéria para discernimento teológico e discussão. Mas a orientação concreta é dada pela presidência junto com os vices e os pastores sinodais,” explicou.
A identidade confessional da IECLB está beseada na Confissão de Augsburgo, um dos documentos fundantes da Reforma. Reporta-se ao centro do Evangelho que consiste na proclamação da Palavra, da justificação por graça e fé e nos sacramentos específicos do Batismo e da Santa Ceia.
Mesmo com essa base comum, interpretações diferenciadas não permitiram, ainda, a comunhão de mesa e altar entre a IECLB e a Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB).
Embora as duas Igrejas cooperem no campo da literatura com a edição conjunta do devocionário Castelo Forte e escritos de Lutero, e as duas direções mantenham um relacionamento respeitoso, não foi possível, ainda, um planejamento missionário comum, racionalizando esforços no Centro, Norte e Nordeste do país.
O moderador do CMI defendeu processos de diálogo interno e continuado nas Igrejas, que contemplem as diferentes posições, mas que procurem estabelecer pontes e chegar a consensos.
“... não diria a consensos absolutos, mas o que poderia ser caracterizado como uma tendência de compreensão das Igrejas,” buscando, através do diálogo, estabelecer uma plataforma de entendimento.
Fonte: The Christian post
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
ONU aprova resolução de “difamação” da religião
Pelo sexto ano consecutivo, a Assembleia Geral da ONU aprovou em 21 de dezembro, uma resolução sobre a controversa difamação religiosa patrocinada pelas nações islâmicas, mas desta vez, a medida foi aprovada por apenas 12 votos.
O lobby de uma ampla gama de liberdade religiosa e de outros grupos foi diminuído do resultado de votos para a resolução em cada ano, desde 2006, mas a derrota definitiva da medida patrocinada pela Organização da Conferência Islâmica (OCI) permanece indefinida.
A votação de dezembro dos 192 membros da Assembleia Geral aprovou a resolução por 79 votos a favor, 67 votos contra e 40 abstenções.
A comparação dos registros de votação fornece uma indicação de que países com sucesso pressionaram desde 2009, quando a votação passou 80-61, com 42 abstenções.
Os outros seis votos contra em 2010 vieram de Barbados (que votou a favor da resolução em 2009), Argentina, Bahamas, Ilhas Fiji e na Zâmbia (todos os que se abstiveram no ano anterior a esta votação) e as Ilhas Salomão (que não votaram em 2009).
Um país, Dominica, votou a favor da resolução em 2009, e absteve-se este ano. Haiti mudou para o outro lado, abstendo-se no ano passado e votou a medida em 2010.
A Comissão dos Estados Unidos sobre Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF), um órgão estatutário independente que aconselha o poder executivo e o legislativo, congratulou-se com o declínio constante em apoio à resolução da difamação.
"Cada ano, mais e mais países estão reconhecendo que leis que supostamente protegem as religiões de difamação ou críticas, na realidade aumentam a intolerância aos direitos humanos, as violações, em vez de reduzir estes problemas", disse o presidente da USCIRF, Leonard Leo.
"Esta resolução visa dividir a comunidade internacional, ao invés de construir um consenso sobre formas de promover as liberdades fundamentais", acrescentou. "A intolerância religiosa é mais bem combatida através de esforços que encorajam o respeito pelos direitos humanos de cada indivíduo, e não através de leis nacionais ou internacionais antiblasfêmia".
Alguns meses anteriores à votação uma petição opondo-se à resolução assinada por 428.856 pessoas de mais de 70 países foi entregue aos altos funcionários da ONU em Nova York.
A ação foi planejada pela organização cristã de liberdade religiosa Portas Abertas Estados Unidos, que disse que a resolução "criminaliza a fala e ações consideradas contra uma religião."
Embora a OCI considere que o projeto promova a tolerância e proteja a liberdade religiosa, a Portas Abertas afirma que ela "faz exatamente o oposto para os cristãos, para outras minorias religiosas e até mesmo os muçulmanos que não seguem as versões aprovadas pelo governo do islã. Com efeito, a resolução é uma lei sobre a blasfêmia internacional.”
A OCI diz que o islã, seus ensinamentos e o profeta Maomé estão sendo difamado por ignorância, preconceito ou medo.
Anualmente, a OCI publica o "Observatório Islamafóbico”, relatório que destaca incidentes como o desenho sobre o profeta Maomé em jornal dinamarquês, as ameaças de queimar exemplares do Corão por parte de um pastor americano, o perfil de passageiros muçulmanos nos aeroportos no Ocidente, e a votação de novembro, em Oklahoma, para rever a constituição do estado, a fim de proibir que os juízes utilizem a lei islâmica nos tribunais.
OCI insere "cristianofobia, judeufobia" em texto
Na tentativa de conter a diminuição do apoio, os governos islâmicos fizeram alterações no texto, incluindo inserção das palavras "islamofobia, judeufobia e cristianofobia". Nas versões anteriores, o islã era a única religião mencionada.
Entre outras mudanças, uma menção do ataque da Al Qaeda em 11 de setembro 2001 contra os Estados Unidos foi removida. (As versões anteriores tinham remetido para a discriminação contra as "minorias muçulmanas na sequência dos acontecimentos de 11 de setembro de 2001”).
Além disso, o último texto minimizou o uso do termo provocativo "difamação", trocando-o em muitos casos pela palavra “calúnia”. O título formal da resolução manteve-se inalterada com "difamação", sendo: "Combate à difamação das religiões".
Também foi mantido no texto a frase expressando "profunda preocupação... que o islã é frequente e erroneamente associado a violações dos direitos humanos e terrorismo".
As vésperas de ano, votação chama a atenção para um caso do Paquistão, envolvendo uma mulher cristã no corredor da morte após ser condenado por "blasfêmia" a Maomé.
Asia Bibi foi indiciada sob as leis de blasfêmia do Paquistão, o que torna insultos destinados a Maomé e ao Corão crimes puníveis com a morte.
Bibi está apelando a sua sentença, mas o governo e o sistema jurídico estão sob pressão de islâmicos com a noção de que ela pode ser absolvida ou perdoada. Um clérigo tem oferecido uma recompensa a quem matá-la.
Reagindo a votação de dezembro da ONU, a sede em Nova York do grupo de defesa dos Direitos Humanos disse que o caso de Bibi não é único.
"Há dezenas de casos que oferecem um amplo alerta sobre os perigos da promulgação de uma lei global sobre a blasfêmia, que é o que esta resolução da ONU pretende fazer", disse.
Um recente relatório das Nações Unidas documentou mais de 50 casos em 15 países “onde as aplicações de leis contra a blasfêmia resultaram em sentenças de morte e longas penas de prisão, bem como as detenções arbitrárias, e provocaram agressão, assassinatos e ataques de organizações criminosas”.
O ativista dos direitos humanos Tad Stahnke, disse que a votação da ONU afirma o apoio cada vez menor para o conceito de "difamação" religiosa.
No entanto, foi "infeliz tanto para os indivíduos em risco, cujos direitos serão certamente violado sob o pretexto de proibir ‘difamação das religiões’, bem como para os padrões das normas internacionais sobre liberdade de expressão", disse Stahnke.
Não houve as semanais reuniões de terça-feria no prédio da Assembleia Geral por causa de odores nocivos causados por problemas de esgoto atribuído excepcionalmente pelas marés no East River. A sessão foi transferida para um edifício temporário nas proximidades.
tradução: Carla Priscilla Silva
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
O que você deseja para próximo Ano 2011
Um jornal perguntou aos leitores o que eles desejavam para o novo ano. As respostas mostram o que se passa no coração das pessoas e o que é importante para elas:
– Desejo principalmente que eu tenha saúde e que possa viver sem preocupações e surpresas desagradáveis no novo ano.
– Por ter muito trabalho, eu gostaria que houvesse mais tempo para fazer tudo aquilo que acaba sendo deixado de lado.
– Desejo que, apesar de estar completando 50 anos, eu ainda tenha forças para começar coisas novas. Eu gostaria de iniciar uma empresa própria, para não ser mais empregado. Também desejo muitos dias bonitos para ir à praia e ter bons momentos de lazer.
– As pessoas deveriam ser mais abertas e preocupadas com o próximo. Há muitas situações em que, pelo excesso de atividades, não tomamos tempo para uma conversa ou para ouvir alguém. Desejo mais compreensão e que possa continuar a gozar a vida.
– Para mim importa somente o bem-estar da minha família.
– Espero que não haja guerras e conflitos. Quero também tirar umas férias realmente gostosas.
– Desejo sucesso financeiro, sorte no amor e êxito nos estudos. Eu também gostaria que houvesse mais alegria neste mundo.
– Saúde, paz e harmonia na família são as coisas mais importantes para mim. Estou preocupada com o meio ambiente e gostaria que ele fosse mais preservado. Colaboro na igreja e tento ser uma boa influência. Meu sonho? Uma casinha de campo.
– Desejo que o novo ano seja melhor que o velho, principalmente para os jovens que não encontram emprego, e que acabe a criminalidade.
Nenhuma das pessoas fez referência ao sentido da vida ou a Deus, o Criador. Parece que ninguém se importa realmente com a salvação e com aquilo que a Bíblia ensina. Os desejos são todos terrenos e não levam em consideração a vida futura e a eternidade. As pessoas parecem não perceber como é importante estar reconciliado com Deus. Todos querem viver bem e esperam que o mundo melhore, mas não levam em consideração o maior mandamento: "Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Mt 22.37-39).
Fonte: Chamada.com.br
Pensando o Novo Ano....
2. "...eis que se fizeram novas..." (2 Co 5.17).Alguém disse certa vez: "Um dia pode ser uma pérola, e um século, nada." Aquele que entregou sua vida a Jesus ganha a eternidade para si; quem vive sem Jesus está perdendo tudo desde agora.
3. "Oh! Tomara que me abençoes..." (1 Cr 4.10).Quando o talentoso artista Michelangelo começou a maior obra de sua vida na Capela Sistina, pintou primeiro duas mãos que abençoavam. Ele sabia o que também nós temos de saber para um novo ano: "Tudo depende da bênção de Deus".
4. "O que eu faço não o sabes agora; compreendê-lo-ás depois" (Jo 13.7). Muitas coisas que acontecem nos parecem estranhas, muitos caminhos de Deus para conosco parecem ininteligíveis, mas na eternidade vamos entender o porquê, pois Deus jamais erra.
5. "...a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus" (Gl 2.20b, Ed. Rev. e Corrigida). Para quem vive pela fé em Jesus, a fé de Jesus passa a se tornar efetiva: não existe fé maior do que essa. Viver com Jesus significa alcançar o alvo, pois Ele é o Autor e Consumador da fé (Hb 12.2).
6. "...faça-se a tua vontade..." (Mt 6.10b). Seguir ao Senhor com um coração íntegro e obedecer-Lhe traz bênção nunca imaginada e é o melhor pré-requisito para o sucesso espiritual. Dar finalmente o passo diante do qual vacilamos até agora nos faz felizes e nos conduz à liberdade.
7. "Sede vós semelhantes a homens que esperam pelo seu senhor" (Lc 12.36). William McDonald disse: "Não basta defender a verdade acerca de Sua vinda; essa verdade deve nos dominar". Os cristãos mais ativos e santificados são aqueles que contam com a volta de Jesus e que amam a Sua vinda. Por isso o pastor Wilhelm Busch recomendava: "Juntem-se aos crentes que esperam pela volta do Senhor".