sábado, 21 de maio de 2011

O que você acha do seu filho receber um kit gay, veja

O jornalista Reinaldo Azevedo escreveu um texto desmentindo o ministro da Educação, Fernanda Haddad que esteve essa semana com deputados da Frente Parlamentar Evangélica e também com católicos para explicar o conteúdo do polêmico kit anti-homofobia que será distribuído nas escolas públicas.

O jornalista comemora que até aquele momento nenhum representante brasileiro não-gay havia sido chamado para discutir o assunto. “É a primeira vez que brasileiros não-gays estão sendo chamados a debater o assunto. Até a pouco, a questão estava entregue apenas a ONGs estrangeiras e à militância gay, como se o público-alvo do programa não fosse o conjunto dos estudantes.”

Para Azevedo o MEC tem sim culpa nos folhetos e nos vídeos que vazaram para a imprensa e que chegou às mãos dos parlamentares trazendo indignação aos mais conservadores que prometeram não votar em nenhum dos projetos em pauta no Congresso até que esse material seja recolhido.

“Aos congressistas, assegurou que filmes e cartilhas que circulam por aí ainda não são de responsabilidade do Ministério. (…) Conversa mole, e ele sabe disso muito bem. Pode ainda não ser o produto final, mas tudo foi elaborado sob o comando do governo federal”, escreveu o jornalista.

Lembrando do dia que o material didático contra a homofobia nas escolas foi apresentado, o colunista da Veja comprova que o MEC tinha conhecimento do conteúdo do programa.

O texto publicado na última quinta-feira, 19, também contesta os dizeres de um colunista da Folha de São Paulo que não achou certo o ministro da Educação sentar com os parlamentares que ele chamou ironicamente de “Bancada da Bíblia” para falar de um assunto que o Livro já condena.

Fonte: gospelprime

Teofobia neste país é maior que a homofobia, diz pastor Daniel Sampaio

O pastor Daniel Sampaio voltou a falar sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a aprovação da união estável entre pessoas do mesmo sexo e também falou sobre o Projeto de Lei 122/2006 que está para ser votado no Senado.

No novo vídeo, o pastor da Igreja Batista Central do Barreiro, Belo Horizonte (MG) mostra dados de que os homossexuais não são tão vítimas da violência como dizem e também revela que o Governo está do lado deles querendo instaurar uma ditadura gay no país.

“O movimento gay, que faz parte da esquerda radical, está cometendo um erro grotesco”, diz o pastor sobre a PL 122. Para ele esses grupos estão querendo discutir não a liberdade, mas quem tem o privilégio de exercer tirania sobre o outro.

Sampaio também mostra sua indignação contra os comentários que teve no primeiro vídeo que foi postado no Youtube. Mesmo sem falar contra os homossexuais, foi ofendido e acusado por muitos gays que postaram comentários no vídeo. O pastor chamou esses atos de “teofobia” e “pastorofobia”.

“Eles se julgam no direito de atacar, de humilhar e querem calar nossa boca para não dizer que o homossexualismo é pecado”, expressou o pastor que ainda concluiu, “dizem que o governo é laico, mas é mentira! Ele deixou de ser laico quando virou teofóbico”.

O pastor que tem um programa na Rede Super comentou que a PL 122, desarquivada pela senadora Marta Suplicy (PT-SP) é totalmente inconstitucional ao punir a livre manifestação do pensamento, querendo tratar como fobia toda opinião diferente.

“Essa é a AI 5 dos gays” disse Sampaio, ao comparar o polêmico projeto com o ato inconstitucional imposto no período de ditadura. “Querem calar a boca da igreja como se isso fosse possível, mas eu sou livre pra expressar minha opinião e para criar o meu filho”, completou.

Em seu manifesto o pastor manda um recado aos governantes: “Faz mais cadeia porque não vai caber todo mundo!” Ele confessa que apoia o pastor Silas Malafaia e que fará parte da manifestação que acontecerá no dia 1 de junho em Brasília.

fonte: gospelprime

terça-feira, 17 de maio de 2011

Preso por repreender filhas, vivi em condições desumanas na prisão

O pastor Jeremias Albuquerque Rocha está preso há dez meses no Município de Carauari, no Amazonas, após ser condenado por crime de tortura em maio de 2010. Mas está sendo vítima de maus tratos e vivendo em condições subumanas na cadeia e no hospital segundo a família.

O pai de Jeremias, Raimundo Roberto Rocha, disse que até abril de 2010 seu filho era uma pessoa saudável e ativa como missionário no interior do Amazonas, mas uma vingança acabou condenando seu filho que hoje vive como doente mental.

Tudo começou no início de 2010, quando a filha de Jeremias foi a um posto de saúde em Carauari e quase foi abusada sexualmente por um agente de saúde. “Inconformado, Jeremias foi à delegacia e denunciou o agente, que é irmão de uma conselheira tutelar. Essa mulher, provavelmente, ficou irritada e revidou na mesma moeda com o meu filho,” conta o pai do missionário.

Ainda de acordo com Roberto, depois desse episódio, Jeremias bateu em suas filhas, gêmeas de oito anos, devido o mau comportamento das meninas em sala de aula. De alguma maneira essa conselheira ficou sabendo e denunciou o pastor para as autoridades.

“Ele foi preso por repreender as filhas e agora vive como um doente mental à base de calmantes,” diz o pai. A família de Jeremias denunciou o caso à Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil no Amazonas (OAB-AM).

Epitácio Almeida, presidente da Comissão da OAB-AM, esteve em Caruari no começo deste mês e caracterizou o caso de Jeremias como “lastimável”. O advogado relata que o missionário tem marcas de algemas nos punhos e nos tornozelos e que o rapaz de 26 anos foi obrigado a fazer necessidades fisiológicas algemado.

Epitácio diz que o pastor ficou algemado durante cinco meses e, nesse período, começou a apresentar quadros graves de transtornos mentais.

Três médicos do Hospital Geral de Carauari assinaram um laudo onde informam que Jeremias apresenta distúrbio psiquiátrico grave com depressão profunda, transtorno bipolar e intento suicida, e que deveria ser transferido para o Hospital Psiquiátrico Eduardo Ribeiro, em Manaus.

Porém o juiz da cidade, Jânio Tutomu Takeda, que há 18 anos reside no município, não permitiu a transferência.

Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Mãe o que pode ser para você...

Tudo na vida da gente é importante, mas se tratando de mãe, isso é maravilhoso.
Foi ela que te gerou e criou segundo a vontade de Deus.
Ela esta sempre presente nos melhores momentos, para te ajudar a ser feliz ao lado dela.
Mãe é tudo na vida daqueles da importância a ela.

Neste domingo do dia 8 podemos ser mais expressivo e amoroso com elas....

Feliz Dia das Mães.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Bin laden pode não ter morrido, lobi americano

De acordo com Obama, a morte foi consequência de uma ação de inteligência do Exército norte-americano em parceria com o governo do Paquistão, que localizou o terrorista -que tinha entre 53 e 54 anos- durante a semana passada.

O diretor da CIA, Leon Panetta, disse que a rede terrorista da al-Qaeda deve "quase certamente" tentar vingar a morte de Bin Laden.


Muitos não acreditam na morte do terrorista, e sim lobi do governo americano para reeleição do Presidente Obama.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Centro Assistencial Betel - Campanha de Doação


O Centro Assistencial Betel é uma entidade sem fins lucrativos que vem a 11 anos trabalhando e no momento esta passando por reformas administrativas e fisica, para melhor dar uma educação de qualidade, desenvolver atividades culturais, esporte e lazer para as crianças, adolescente e idoso da comunidade.
Nos ultimos anos vimos a necessidade de uma quadra de esporte para que os jovens e adolescentes, pessoas da terceira idade possam ter um momento de lazer e cidadania.
Estamos contruindo uma quadra de esporte e estamos precisando da sua contribuição social, não importa o valor que pesa ao seu coração...

Desde Já agradecemos sua contribuição, desejamos que você deixe um recado para as crianças, adolescente e idosos.

Marcos Paulo Queiroz de Carvalho
Presidente CEASB







sexta-feira, 15 de abril de 2011

Atentado Terrorista no Rio deixa 12 crianças mortas

A confusão com a tentativa de traçar o perfil de Wellington Menezes de Oliveira (foto) continua. O jovem de 24 anos fez 60 disparos com duas armas em um colégio público em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, assassinando 12 alunos (dez meninas e dois meninos), deixou outras 10 crianças em internadas (três em estado grave) e se suicidou com um tiro na cabeça após ser baleado na perna por um policial militar. Parentes e vizinhos afirmam que o assassino era uma pessoa calma: “Parecia um cara legal, vivia no mundo dele. Nunca vi bebendo nem fumando, não mexia com ninguém”, afirmou Fábio, vizinho do Wellington.


Segundo parentes o jovem se trancava o tempo todo em casa, passava as madrugadas na internet e não tinha amigos. O jovem Wellington invadiu a escola trajando uma roupa com referência islâmica, após sua morte foi encontrado em sua mochila uma carta de suicídio com instruções sobre o que as pessoas que encontrarem seu corpo deveriam fazer. Na carta fala-se em repúdio as pessoas não castas e ordem de um funeral semelhante ao realizado por suicidas radicais islâmicos. O porta-voz da Polícia Militar, Tenente Coronel Ibis Pereira, e o Comandante da 14º BPM, Coronel Djalma Beltrame, consideraram que o primeiro trecho da carta possui teor fundamentalista islâmico, em seguida a irmã de Wellington, Rosilane, confirmou a Band News a ligação do jovem com a religião: “Ele falava desse negócio de muçulmano”. O intrigante neste primeiro trecho é que o jovem também fala em perdão de Deus e volta de Jesus, crenças que não são ligadas ao Islamismo.


Wellington frequentou a Igreja Testemunha de Jeová até sua mãe morrer, em 2010, a partir de então abandonou a denominação e se fechou ainda mais. Segundo estudos sobre o Islamismo, Jesus é um dos cinco grandes profetas e voltaria a vida na terra, assim como todos os mortos, para o julgamento final feito por Deus (Alá). Segundo o médico Rui Fernando Cruz Sampaio, especialista em psiquiatria forense, a simples confusão da carta já demonstra indícios de delírios fortes. Com o andar das investigações familiares, amigos e pessoas que conviviam com Wellington revelam uma transformação na vida do jovem após a morte da mãe: “Ele passou a andar de preto, veio com essa história de religião, deixou a barba crescer”, afirmou o vizinho do assassino. Já segundo outro amigo que não quis se identificar, o assassino afirmava que teria começado a frequentar uma “religião secreta”. Seu primo afirma que na época das Eleições, Wellington já estava com uma longa barba, chegando na altura do peito. Em recente depoimento a polícia, o sobrinho do assassino revelou que após estudar sobre os atentados de 11 de Setembro, Wellington afirmava que faria o mesmo com o Cristo Redentor.



A Federação das Associações Muçulmanas do Brasil afirmou que o assassino não frequentava mesquitas muçulmana no Rio de Janeiro. Na manchete que ficou poucos minutos no ar na primeira página do portal G1 no fim desta sexta, a Globo afirma explicar o conteúdo religioso da carta. Apesar da matéria começar afirmando que “os especialistas preferem não fazer relações entre o que foi escrito e referências encontradas na Bíblia e em doutrinas religiosas”, o texto em seguida diz que a carta possui relação ao Judaísmo e ao Cristianismo. Os especialistas ouvidos foram o teologo católico Leonardo Boff e o Professor Eulálio Figueira, coordenador do curso de especialização em Ciência da Religião da Pontifícia Universidade Católica.


Para Boff o assassino era maniqueísta, ou seja, cria em uma filosofia religiosa básica que divide o mundo entre bem ou mal. Segundo o Teólogo o jovem “justapõe muitos elementos das religiões que estão no mercado. É um brasileiro sincrético. (…) E dentro do cristianismo, há grupos maniqueístas”, afirma o teólogo que completa: “Ele só quer a pureza absoluta. É claro que ele se filia a essa corrente que é antiquíssima. Santo Agostinho foi durante muito tempo maniqueísta”. Já Eulácio afirma que a carta é “resultado de um imaginário coletivo religioso”. Em seguida a matéria deixa um pouco de lado os especialistas católicos e fala sobre o pedido de sepultamento do jovem, o texto afirma que a descrição do funeral lembraria as orientações de funerais judaicos e que o Novo Testamento relata Jesus sendo sepultado em um lençol branco, assim como pediu o jovem, porém, a matéria não fala que no judaísmo é proibido orar pelos mortos, como o jovem pediu. O funeral da crença Islâmica e a Judaica são parecidos, mas além da proibição da oração pelos mortos, os muçulmanos pedem para que após sua morte, no momento da preparação para o sepultamento, se um “impuro” for tocar em seu corpo que use luvas, outro pedido de Wellington na carta.


Outro fato tido como estranho foi a forma de publicação da entrevista dada ao vivo para a BandNews pela irmã do assassino. Nas matérias do G1 todo o contexto é retirado e apenas uma frase é publicada: “Ele falava desse negócio de religião”, sendo que frase a original amplamente divulgada pela Band e diversos portais de notícias brasileiros é “Ele falava desse negócio de muçulmano”. Carta Suicída O jornal O Dia comparou a carta suicida de Welligton com outras de outros suicidas mortos em atentados islâmicos radicais e percebeu alta semelhança entre as cartas, principalmente com a divulgada do terrorista Mohammed Atta que morreu nos atentados de 11 de setembro. Nas cartas é possível ver referências a Deus, repúdio a “impuros”, listas de pedidos após sua morte e distribuição de suas posses por quem precisa. Inclusive a especificação de funeral são praticamente as mesmas: ambos pediram uma pessoa da mesma crença para sepulta-lo, oração para que suba aos céus e luvas para quem tocar em partes “impuras”. A íntegra da carta é facilmente encontrada na internet. Desde de o acontecimento são encontrados vários indícios de conteúdos religiosos no caso, mas a confirmação que se tem é que Wellington sofria problemas mentais, tinha histórico de esquizofrenia na família e era sociopata.



fonte: noticiagospel