quinta-feira, 14 de junho de 2012

Mulher Melão revela que foi criada em igreja evangélica e até cantou no coral


Renata Frisson é uma modelo e funkeira mais conhecida pelo apelido de “Mulher Melão”. Em uma entrevista ao site Globo.com, ela contou que já foi muito maria-chuteira e que vem de uma família muito religiosa. Ela nasceu em Balneário Camboriú, em Santa Catarina e foi para o Rio após receber um convite para desfilar no carnaval.
Aos 26 anos, ela lembra que não avisou aos pais que vinha, gostou da cidade e resolveu ficar.
“As pessoas acham que porque eu canto funk e uso roupas curtas nos meus shows, que eu não tenho família. Pelo contrário… Minha família sempre foi de classe média e eu sempre tive tudo do bom e do melhor. Estudei em escola boa e nunca passei necessidade. Meu pai é engenheiro elétrico e minha mãe professora. Minha família é evangélica e segue a risca a religião. Nos fins de semana eles nem ligam televisão e vão semanalmente ao culto. Eu que sempre fui a ovelha negra da família. Sou cristã, mas não dou conta de seguir religião. Desde novinha minha mãe dizia que era pecado ir à boate. Com 15 anos, eu pegava a identidade da minha irmã e quando todo mundo dormia e eu saia na pontinha do pé e voltava antes de eles acordarem. Já aconteceu dos meus pais me encontrarem chegando: eu levava uma surra e ficava de castigo”, revela.
Contou ainda que foi expulsa do coral da Igreja por beijar um garoto “Eu perdi a virgindade tarde, aos 16 anos. Antes disso, dava muito beijo na boca e meus pais reclamavam muito. Uma vez quando em cantava em um coral da igreja, fui expulsa porque beijei um menino na boca. Tinha 12 anos. Tá vendo por que fiquei revoltada? Eu até tentei entrar pra igreja, mas me expulsaram”, disse, aos risos.
Renata revelou que as próteses de silicone que a fizeram ficar conhecida como Mulher Melão foram um presente da mãe. “Coloquei prótese em 2006. Nunca tive muito peito e tinha emagrecido muito. Minha mãe me via triste e resolveu me dar esse presente. Sou muito feliz com meus seios”. Mas isso não significa que a família foi contra a profissão de cantora de funk, mas que nunca parou de falar com ela.
“Quando desfilei de peito de fora, minha família viu na internet e foi um escândalo. Até hoje eles não aceitam. O sonho da minha mãe é que eu volte pra casa, mas amo minha profissão e sigo meu sonho. Eles nunca pararam de falar comigo, mas brigávamos muito. O que eu fiz foi uma afronta para minha família, mas não me arrependo de nada. Meu começo foi bem louco, mas não tenho o que reclamar, pois estou fazendo minha história… Meus pais nunca escutaram uma música minha. Não tenho coragem de mostrar, pois respeito muito a religião deles e não vou agredir as pessoas. Não gosto de chocar muito em casa. Minha mãe vai ficar brava se ouvir a filha cantando o que eu canto. Prefiro ficar lindinha, fofinha, ao lado dela, para ela não ficar preocupada. Sou uma filha certinha e falo todo dia com minha mãe”, justifica.
Por fim, contou que apesar do jeito, considerado “louco” por muitos, a funkeira garante que é natural: “Eu sou espontânea assim no meu dia a dia, mas não sou louca no sentido ruim da palavra. Sou super do bem e só corro atrás da minha felicidade e do meu sonho. Sempre tive uma base familiar e princípios, nunca passei por cima de ninguém e nunca fiz maldade com ninguém, só faço o bem e colho o bem”.

fonte: gospelprime

Reforma estatuária da 5ª AGE da Assembleia de Deus foi cancelada


O juiz Ayrton de Luna Tenório, da 2ª Vara de Rio Largo decidiu cancelar o estatuto da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB) aprovado durante a Assembleia Geral Extraordinária que aconteceu no feriado do dia 7 de junho.
A liminar foi impetrada pela Convenção Fraternal do Estado do Espírito Santo e outros (Confrateres) incluindo o pastor Samuel Câmara que foi o primeiro a se manifestar contra a mudança do estatuto.
A alteração foi assinada por mais de 2.000 pastores, mas mesmo assim a justiça aceitou cancelar diante de um documento com quase 200 assinaturas de pastores que não concordaram com a posição liderada pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB.
Em seu blog o pastor Samuel Câmara explica os motivos que o fizeram acionar seu advogado para cancelar o que foi decidido na 5º AGE que aconteceu entre os dias 6 e 8 de junho em Alagoas.
Um dos motivos, de acordo com ele, é que a CGADB tem feito diversas alterações no estatuto sem dar tempo dos pastores e membros se acostumarem com que o foi decidido. Mas essa não é a única razão que o fez acionar seu representante legal.
Câmara também quer que o texto pretendido para a reforma seja divulgado para que todas as Convenções regionais possam conhecê-lo previamente.
O presidente da Igreja-Mãe apresenta dez motivos que o fizeram pedir o cancelamento da alteração do estatuto e logo conseguiu afiliados que aceitaram entrar com o pedido na justiça. A sentença do juiz foi liberada no dia 10.
Leia:
1. Estamos mudando o estatuto a cada 2 ou 3 anos. Não dá nem tempo de conhecer e praticar o estatuto vigente. É demais!
2. Está muito em cima da próxima assembleia geral e da eleição em abril de 2013, na cidade de Brasília.
3. Não houve divulgação do texto pretendido para a reforma, de modo a permitir que as Convenções afiliadas e os convencionais conhecessem e discutissem previamente.
4. Reformar estatuto sem consultar as convenções e convencionais divulgando o texto é desrespeitoso e perigoso.
5. Mudança frequente de estatuto e regimento interno dificulta o convencional conhecer seus direitos e deveres.
6. Nossa história prova que reforma de estatuto não discutida antes, traz surpresa desagradável.
7. Estatuto é a lei maior da CGADB, abaixo da Bíblia, não é normal ser reformado sem amplo conhecimento e estudo.
8. Somente dois (2) membros da Mesa Diretora estavam inscritos para essa Assembleia de reforma.
9. O projeto original e inicial de reforma está em secreto, é seríssimo e polêmico. Precisamos estar vigilantes!


fonte: gospelprime

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Evangélicos não se incomoda muito com a novela da Globo


A atriz Paula Burlamaqui, que faz o papel de uma ex-atriz pornô que se torna evangélica, Dolores, tirou a roupa em frente ao seu ex-marido, Diógenes, para provar que mudou, e acaba sendo atacada por ele. Com a frase “tá amarrado” a personagem mantém relações com o ex.
As opiniões nas redes sociais foram diversas, mas a grande maioria concorda que ouve um desrespeito por parte da emissora. Para a psicóloga Marisa Lobo o objetivo da novela é “ridicularizar os cristãos” e “desconstruir a ideia de Deus, a imagem do cristão, principalmente o evangélico, por medo do nosso crescimento, político social (sic)”.
“A mídia tem poder de alienação, sugestão psicológica, ela induz ao erro, implanta ideias falsas na sociedade, invertem valores. Temos que protestar, sem medo de desagradar à mídia, pois daqui a pouco nós teremos vergonha de dizer que somos evangélicos. Grande maioria dos que comandam as mídias, se acham deuses, e como tal, odeiam nosso Deus. Querem destruir seus seguidores (sic)”, comentou a psicóloga em sua página no Twitter.
Para o escritor Ciro Zibordi, autor de diversos livros apologéticos, é um “Festival de Desrespeito aos evangélicos na tela da Rede Globo. Somente os incautos aplaudem o Festival Promessas”, comentou o pastor.
“Realmente foi muito ofensivo o deboche aos evangélicos hoje pela Globo. Pode ter certeza que brincar com DEUS terá o seu preço… De que adianta fazer festivalzinho, dar espaço eventual, se no conjunto da opera é essa constante depreciação dos evangélicos (sic)”, comentou o deputado Eduardo Cunha.
Para Eduardo Cunha os evangélicos deveriam deixar de assistir as transmissões da emissora.
Leonardo Gonçalves, do blog “Púlpito Cristão” criticou a Rede Globo e disse que a emissora quer apenas o dinheiro dos crentes.
“Dos crentes, a Globo só quer a grana. Além de maluca, a ‘irmã’ da novela é tarada”, comentou.
Já o cantor Regis Danese que participou do “Festival Promessas” em 2011 disse não estar preocupado com a transmissão da Globo. “No momento não estou preocupado com isso, pois não assisto novela,  to ligado no trono”, escreveu em seu microblog.
Quando a personagem foi divulgada, Paula Burlamaqui comentou que sua participação seria polêmica, ela vai tentar esconder seu passado. “Eu vou chegar à cidade escondendo meu passado. Adoro personagens polêmicos”, disse ela.
Para o autor, o sucesso da novela se deve, principalmente, ao trabalho das três atrizes. “Adriana Esteves, Débora Falabella e Ísis Valverde abriram mão de qualquer pudor para dar vida a essas personagens tão dúbias em relação à ética. Por isso deu tão certo”, explicou ele em entrevista a revista Época.
Fonte: gospel prime

Ministro do STF critica a frase “Deus seja louvado” nas notas de Real




Marco Aurélio, comentou sobre o costume brasileiro de ostentar símbolos religiosos em prédios públicos e criticou a frase “Deus seja louvado” nas notas de Real.
Para o ministro não é apropriado ter ícones do cristianismo, pois o Estado é laico, ou como explica ele “o Estado é secular”. Por isso, ele não concorda em ter no plenário do STF um crucifixo.
“Devíamos ter só o brasão da República”, disse Marco Aurélio que foi a favor do aborto em caso de gestação de feto anencéfalo e sustentou sua posição dizendo que “não estamos mais no Império, quando a religião católica era obrigatória e o imperador era obrigado a observá-la”.
Sobre a nota de Real ela diz: “Não consigo conceber que nas notas da moeda Real nós tenhamos ‘Deus seja louvado’”, continuando seu pensamento sobre o hábito brasileiro de ostentar símbolos religiosos em prédios públicos, escolas e também na nota que circula em todo o país.
Na opinião do Ministro Marco Aurélio a retirada do crucifixo do Plenário do STF só depende dos integrantes, assim como foi feito no Rio Grande do Sul, estado que na opinião dele “está sempre à frente em questões políticas”.
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 30 de abril de 2012

A china comunista quer fechar todas as igrejas evangélicas do país, continuem comprando!

O governo da China está lançando uma campanha de três fases para erradicar todas as igrejas evangélicas do país. Esse foi o teor do comunicado divulgado em abril pela Associação de Ajuda à China, ONG que envia missionários para solo chinês.
A estratégia do governo foi claramente delineada em um documento divulgado em setembro passado, durante uma aula de treinamento gerido pela Administração Estatal para Assuntos Religiosos da China.
De janeiro a junho deste ano, o documento revela que as autoridades locais estão conduzindo uma investigação completa, para listar as igrejas de todo o país que funcionam nas casas chinesas, e fazer dossiês completos sobre cada uma delas.
Na fase dois, nos  dois anos seguintes, as autoridades irão encorajar as “igrejas não registradas” para se filiar ao Movimento Patriótico da Tríplice Autonomia, que monitora tudo o que acontece nos templos. A fase três, a ser concluída em até 10 anos, as igrejas que se recusam a seguir as regras seriam fechadas e os líderes condenados.
Os funcionários do governo também devem banir as palavras “igreja nos lares” de todos os relatórios sobre igrejas em sites e outros meios de comunicação. Agora, só podem usar o termo “reuniões em casas”, um termo que remete aos grupos reunidos em sites afiliados ao MPTA.
Em uma pesquisa recente, conduzida em várias províncias chinesas, mais de 95% dos líderes de igrejas caseiras disseram que já sentiram o impacto dessas investigações, enquanto 85% disseram que investigadores  já haviam feito um dossiê sobre seu grupo.
“Desde o início de 2012, temos notado um aumento na freqüência da perseguição”, disse a Associação de Ajuda à China em um comunicado de imprensa.  “Além da perseguição contínua das igrejas em Pequim, o número de casos semelhantes aumentou 20% em comparação ao  ano passado e se espalhou para outras áreas, incluindo ações contra educação, publicação e livrarias cristãs.”
A campanha foi lançada em dezembro de 2010 através de um documento intitulado “Operação Repressão”, emitido pelo Comitê Central do Partido Comunista.  Esta diretriz pedia às autoridades de todos os níveis para “levar” os cristãos das igrejas nos lares a freqüentar  somente as igrejas registradas e aprovadas pelo governo e acabar com igrejas grandes que se reúnem também em  grupos menores.
A Igreja Shouwang, que reúne mil membros, viu a pressão aumentar muito nos últimos meses.  ”No ano passado … a nossa experiência com o Senhor era diferente a cada semana. Foi  Sua graça e paz que nos protegeram e nos sustentaram até agora “, declara um líder da igreja
Essa operação também irá registrar todos os pastore, como uma maneira de continuar controlando o crescimento cristão e o surgimento de novas igrejas. Esse  processo deverá estar concluído até o final de 2012, segundo um comunicado oficial.
Segundo o documento divulgado em setembro passado, o governo planeja usar “medidas humanas da lei de execução” para alcançar a erradicação total de igrejas nos lares.  Ou seja, pastores que se negarem a cumprir a lei serão mortos por desobedeceram a lei.

Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Evangélicos podem comer ovos de Páscoa? Inflação dos ovos do coelhinho...


ovos de pascoa

Ao que a Páscoa se aproxima, e milhares se preparam para celebrar o momento religioso com ovos de chocolate, muitos se perguntam se comer os simbólicos ovos de chocolate não desvirtua o real sentido do evento.

O motivo é que a data nada tem a ver com ovos, sendo uma festa judaica e lembrada pelos cristãos como o tempo em que Jesus morreu na cruz e depois ressuscitou.
Assim surge a pergunta: Os evangélicos comem ovos de Páscoa?
Para entender o assunto, e responder a questão, o escritor, conferencista e Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, rev. Augustus Nicodemus explica em um artigo em seu blog, sobre o significado da Páscoa e a importância do evento para os cristãos.
Segundo Nicodemus, a Páscoa é uma festa judaica que se refere ao episódio da Décima Praga narrado no Antigo Testamento.
Neste dia, ele explica, o anjo da morte “passou por cima” das casas dos judeus no Egito e não entrou em nenhuma delas para matar os primogênitos. Depois disso, os israelitas saíram do Egito, livres da escravidão de 400 anos e o dia foi instituído como festa da “páscoa” por Moisés.
A festa, tornou-se a mais importante festa anual dos judeus, quando sacrificava-se um cordeiro que era comido com ervas amargas e pães sem fermento.
Segundo o reverendo, Jesus Cristo foi traído, preso e morto durante a celebração em Jerusalém, tendo sua morte ocorrida numa sexta, e sua ressurreição num domingo.
Na quinta-feira, Jesus determinou aos seus discípulos que comessem pão e tomassem vinho em memória dele. “Estes elementos simbolizavam seu corpo e seu sangue que seriam dados pelos pecados de muitos – uma referência antecipada à sua morte na cruz”.
Nicodemus esclarece, assim, que a Páscoa não é celebrada pelos cristãos, pois é uma festa judaica. É um momento em que se lembra o sacrifício de Jesus, e se come pão e vinho em memória dele.
“E isto não somente nesta época do ano, mas durante o ano todo”, faz ele a ressalva.
Para concluir, ele afirma que coelhos, ovos e outros apetrechos populares que foram acrescentados ao evento, nada têm a ver com o significado da Páscoa judaica e nem da ceia do Senhor celebrada pelos cristãos.
O que fazer então com a Páscoa, bem como as crendices acrescentadas a ela? O teólogo deixa sugestões:
(1) rejeitá-las completamente, por causa dos erros, equívocos, superstições e mercantilismo que contaminaram a ocasião;
(2) aceitá-las normalmente como parte da cultura brasileira;
(3) usar a ocasião para redimir o verdadeiro sentido da Páscoa.


fonte: christianpost


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Organizações pedem na justiça o fim da “imposição” do cristianismo no Brasil


Durante a proclamação da República, em 1889, seus idealizadores acreditaram que conseguiriam separar a religião do Estado, com a sua nova constituição. O Brasil deixava o catolicismo da monarquia para trás e se tornava oficialmente laico.
Mas em 2012 setores da sociedade ainda debatem sobre a legalidade do que é chamado de “imposição” do cristianismo. Há ensino religioso em escolas públicas, crucifixos têm lugar de destaque em tribunais, alguns estudantes são obrigados a rezar antes da aula e as testemunhas precisam jurar sobre a Bíblia.
A presença desses símbolos de fé em ambientes públicos está mais uma vez no centro do debate. Existem entidades organizando manifestações públicas em favor do Estado laico em três capitais. Em Porto Alegre aconteceu em 22 de março, no Rio de Janeiro será dia 10 de abril e em São Paulo, no dia 14.
Para Salomão Ximenes, advogado da ONG Ação Educativa, não se está respeitando a determinação constitucional (artigo 210) de que o ensino religioso seja facultativo.
No Estado de São Paulo, por exemplo, a religião fica “diluída” em várias matérias, impedindo que o aluno decida se quer ou não assistir às aulas.
A Relatoria do Direito Humano à Educação afirma que está investigando casos de intolerância religiosa em diferentes escolas do País. Os seguidores das religiões afro alegam estar sofrendo perseguição religiosa.
Recentemente, o caso da Escola Estadual Antônio Caputo, em São Bernardo do Campo (SP), onde Magno Moarcys Silveira, 15, praticante do candomblé, alegou sofrer bullying de colegas. O motivo seria seu descontentamento em precisar ouvir sua professora de história fazer uma “pregação bíblica” durante cerca de 20 minutos nas aulas.
No momento, o Supremo Tribunal Federal avalia os pedidos de instituições civis ligadas à educação e aos direitos humanos para que seja considerado inconstitucional o ensino religioso confessional na rede pública. O motivo alegado é o receio de que o espaço público sirva a pregações religiosas. Enquanto essa questão não é decidida, o ministro do Supremo, Celso de Mello adverte: “Precisamos vigiar para que a laicidade do Estado seja mantida se não quisermos que heresia volte a ser crime”.
Nos tribunais existem críticas a juizes que oferecem citações cristãs nas sentenças ao invés de usar apenas a lei. Em 2008, o juiz Éder Jorge, de Goiânia (GO), recomendou que Vilma Martins, que sequestrou duas crianças, durante sua condicional frequentasse uma igreja evangélica, pois isso, “a ajudaria a se recuperar”.
Daniel Sottomaior, presidente da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos, reclama que esse tipo de argumento é “preconceituoso”.
Naiara Malavolta, da Liga Brasileira de Lésbicas, conseguiu juntamente com sua ONG que fossem retirados os crucifixos dos tribunais no Rio Grande do Sul. A alegação é que “eles dão legitimidade aos agentes do Estado para seguir os preceitos daquela crença”.
Por sua vez, o desembargador Carlos Marchionatti do Tribunal de Justiça gaúcho defende a presença do crucifixo: “Ele nos lembra do mal que um processo às margens da legalidade, como o de Cristo, pode causar”.