sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Você pode fazer tudo na vida!
Paulo nos disse tudo me é licito, nem tudo me convém.
Somos livre podemos fazer tudo na vida. Livre Abritrio, é o que muitas pessoas
confundem, "Deus".
Onde Esta Deus na vida do homem, ele esqueceu do se Criado e Salvador?
É a interrogação na vida de muitas pessoas, vivem como podem, naturalmente e na sua propria espiritualidade.
Quando você pergunta? Quem é você e ele diz... não sei quem eu sou! Mas sei quem é Sou o que Sou,...
Pr. Marcos Paulo
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Cantor diz que espírito da pomba-gira o influenciou a se tornar homossexual
ITAGIMIRIM – Leandro Santana, 20 anos, de Itagimirim, garante ter mudado a sua opção sexual, o que considera uma grande “virada na sua vida”. Ele era popularmente conhecido como o transformista “Léo Kalypso” e animava festas na cidade interpretando músicas da Banda Kalipso. O artista afirma que bebia baldes de bebidas alcoólicas e que praticava magia negra.
Leandro, que chegou a gravar um DVD, não quer mais ser lembrado como transformista, ele agora mudou totalmente o repertório e adotou um novo nome artístico: Leandro Santanah.
O artista diz que se converteu em uma das viagens que fez, quando visitou uma igreja evangélica, no Espírito Santo. Em seu testemunho, ele narra que quando frequentava o candomblé, o “espírito da pomba-gira” o influenciou a se tornar homossexual.
Pastor ex-gay vence o detector de mentiras, fatura o prêmio e dá show de Bíblia em Ratinho
Na quinta-feira (26/11) o programa ‘Nada além da verdade’, ancorado pelo apresentador Ratinho, recebeu um participante diferente. Um pastor ex-homossexual resolveu desafiar o detector de mentiras e revelar detalhes de sua vida em rede nacional.
O programa que tinha tudo para ser vergonhoso e polêmico acabou se tornando uma ótima oportunidade de evangelização. O Pastor Júnior foi submetido a uma série de perguntas e não só foi capaz de responder a verdade, como dar um show de bíblia e rebater os argumentos de Ratinho e calar as vaias e reações negativas da platéia.
O nível das perguntas foi muito baixo e a maioria delas envolvia questões de homossexualismo ou evidenciava os conceitos errados que muitas pessoas tem contra os evangélicos. “Você acha que os gays vão para o inferno?”, “É pecado fazer sexo antes do casamento?”, “Ser assanino é um pecado pior do que ser homossexual?”, “É possível um homem viver sem pecar?”, “Sua esposa conhece todo o seu passado?” e etc.
Indagado e pressionado por Ratinho, o Pastor não se deixou ceder e as suas respostas certeiras muitas vezes deixaram o polêmico apresentador calado. Resultado: Júnior foi aprovado no detector de mentiras e junto com sua esposa recebeu o prêmio máximo do programa.
Por trás de uma figura bastante simples e humilde, os que assistiram o programa puderam ouvir palavras ousadas e inspiradas pelo Espírito Santo, que com certeza serviram para tirar dúvidas e preconceitos de muita gente.
fonte: Planetas Shalom
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
O Nosso Estado tem História para Contar, Piaui.

O Museu do Piauí, construído no século XIX, é um dos prédios mais antigos da cidade de Teresina e dentro da sua estrutura mantém-se preservado o resgate através de quadros, obras, fotos, objetos e utensílios de uma parte ou senão de toda história do Piauí, Brasil e Mundo.
O Museu- Casa de Odilon Nunes foi fundado em 1941. O acervo nele abrigado constitui-se de peças pré-históricas e objetos que vêm do século XVII aos dias atuais, configurando-se eclético, com perfil histórico, artísticos e antropológicos. No ano de 1999 foi rebatizado de Casa de Odilon Nunes, em homenagem ao historiador piauiense, quando da passagem do seu centenário de nascimento.
O Museu possui valioso acervo histórico, artístico e antropológico, com quase 7.000 mil peças que são em sua maioria doadas. Para serem aceitas como doação é preciso que a peça esteja bem conservada e possua um valor histórico relevante.
De acordo com a coordenadora do museu há mais de 10 anos, Dora Meireles, o número de visitantes da Casa só tem crescido, aonde as visitas chegam a 12 mil por ano. Ela explica que turistas, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e idosos são os principais freqüentadores.
Dora disse também que a expectativa é que o número de visitantes aumente a cada dia, pois o Museu possui muitos atrativos. “São as atrações para os visitantes do local os artefatos arqueológicos, a Sala Império e a Numismática, as exposições dos artistas piauienses e muitos outros”.
Ainda segundo a coordenadora, o local já possui um projeto para uma nova restauração, mas mantedo-se conservado a estrutura do prédio tanto por dentro como por fora que já fazem dele uma própria peça de Museu devido as suas características históricas.
O passeio permite visita às salas que formam uma verdadeira exposição cronológica. Na Sala A Terra, encontram-se objetos de pesquisa nas áreas de paleontologia – fósseis-, geologia, zoologia e botânica. Lá, podem ser encontrados peixes e troncos fossilizados que contribuem para que a origem e a evolução do Planeta Terra sejam compreendidas.
Já a Sala O Homem, encontram-se os restos dos primeiros habitantes e artefatos, machados de pedras urna funerária com restos mortais de uma criança de 8 anos. Artefatos indígenas como flechas, cocá e tipiti, são parte do acervo do museu e de exposição permanente.
A Sala Piauí Império preserva peças do imobiliário, como mesas, cadeiras, cama, armários, prataria e leque, dentre outras. A Sala República Velha imortaliza peças do período compreendido entre os anos 1889 e 1930, como medalhas e fardamentos militares.
Vista como uma das mais belas a Sala Arte Sacra, é repleta de imaginários dos séculos XVIII e XIX, onde se pode observar a pia batismal e instrumentos religiosos, como turíbulos - peça usada por autoridades religiosas para queimar incenso durante celebrações.
Outro destaque é a Sala Fazenda Piauiense, com ambientes que reconstrói os ares típicos dessas propriedades no Estado.
fonte: tvcanal13
A Historia que o Brasil não contou, Piaui 187 anos de Luta!!!
Nas lutas pela independência do Brasil, o Piauí produziu a única página sangrenta de uma batalha pela separação de Portugal. Às margens do riacho Jenipapo na cidade de Campo Maior, homens e mulheres simples do povo morreram enfrentando as tropas repressoras de Portugal comandadas pelo Major Fidié.
Segundo explica o Livro Geografia e História do Piauí, de autoria da professora Joselina Lima Pereira Rodrigues, os lusitanos pretendiam manter uma parte do território brasileiro como colônia, abrangendo a área do Piauí, Maranhão, Ceará e Pará que detinham regiões naturais abundantes bem como o gado piauiense, à época produto estratégico.
No dia 13 de março de 1823, as tropas piauienses compostas em sua maioria por vaqueiros e roceiros de posse de velhas armas de fogo, foices, machados travaram a Batalha do Jenipapo, às margens do riacho que deu nome ao evento na cidade de Campo Maior.
A“Batalha do Jenipapo” ainda é pouco conhecida a nível nacional e alguns historiadores chegam a minimizá-la dando ao evento a denominação de “A Batalha de Fidié”. A nível nacional, o evento piauiense pode ser considerado uma história que o Brasil não conta, não registra mesmo havendo essa toda essa peculiaridade.
O professor e doutor da Universidade Estadual do Piauí, Marcelo de Sousa. Para ele, a Batalha do Jenipapo ainda não é reconhecida pelos brasileiros pelo fato da história da independência do Brasil levar em conta apenas os aspectos ocorridos no sul e sudeste do país, em especial, no eixo Rio de Janeiro – São Paulo.
“Infelizmente nós vivemos uma historiografia européia e dentro do Brasil uma historiografia dentro do Eixo Rio-São Paulo. Então, nesse sentido, o que leva a batalha do jenipapo a ser pouco explorada nos livros didáticos e pela historiografia nacional é exatamente a insipiência das pesquisas realizadas aqui e a pouca influencia dessas pesquisas no eixo da produção desses livros didáticos. Isso não quer dizer que a Batalha não tenha importância e significado. Tem o significado dos maiores. Infelizmente ela não tem despertado esse interesse por que nós vivemos na periferia da produção desses livros didáticos e isso tem sido um trabalho diuturno de muitos pesquisadores, de muitos professores de levantarem de fazerem questionamentos de reivindicarem suas pesquisas mostrando a importância da batalha, mostrando a importância não só do Piauí mais de todo o norte no processo de separação de Brasil e Portugal na formação da nação brasileira”, afirma.
Marcelo de Sousa defende um aprofundamento sobre as relações sociais da época. Segundo ele, um exemplo no Piauí foi o próprio 19 de outubro de 1822 onde a independência do Piauí foi proclamada com o firmamento de uma ligação à Portugal.
“Hoje, a história, diferente da literatura, se sabe o final. A época da batalha, não se tinha quais os resultados que as lutas iriam conduzir o Piauí e o Brasil. Até o sete de setembro não só no Piauí mais em todo o Brasil, se tinha a noção, do que era tornar o Brasil independente. Era um reino independente mesmo que unido à Portugal é o que aconteceu por exemplo com o 19 de outubro em que Parnaíba adere a independência, adere dando vivas a Dom João VI. O que era a intenção? Era a noção de tornar o Brasil independente mais unido a Portugal por uma constituição comum”, ressalta.
Sobre o contexto piauiense, o historiador afirma que a noção de independência deve ser estudada sob dois aspectos: o dos líderes do movimento e dos populares que travaram a batalha:
“Havia todo um contexto interno dentro do Piauí. Havia uma luta muito forte aqui dentro entre grupos familiares, sobretudo, as famílias de elites ligadas ao norte do Piauí e as famílias de elites ligadas ao sul. Então não era no Piauí uma luta do ‘interno’ contra o ‘colonizador externo’. Era também uma luta dos interesses dentro do Piauí e assim toda a população empobrecida do Piauí vai participar ativamente do processo. Ela [população] tinha uma noção de pátria? Ela tinha uma noção de nação? Não quero dizer que não tivesse. Mas a noção de que se fala em pátria, em Brasil independente, soava aos ouvidos dessa população como uma vida menos dura, com o poder participar dos rumos, dos caminhos políticos tomados pela província. Por isso que essa população vai ser aguerrida! É por isso que essa população vai participar ativamente das lutas com a intenção de poder participar. Infelizmente agente vai presenciar é que após o desenrolar da batalha, após a reorganização política da província, os valentes piauienses empobrecidos pela vida dura da seca, do campo, vão ser esquecidos dentro dessa nova ordem e em alguns casos duramente perseguidos essa é uma característica dessa batalha no Piauí”, defende Marcelo.
Com esses novos dados, o professor Marcelo de Sousa defende uma maior aprofundamento sobre o estudo histórico das Batalha do Jenipapo no Piauí. Ele defende ainda que o reconhecimento do Piauí nas lutas pela independência logo ocorrerá:
“A produção piauiense sobre a batalha é vastíssima feito em nível de graduação e pós-graduação mas, o que nos falta é essa penetração no eixo de produção dos livros didáticos no eixo Rio - São Paulo. Estamos produzindo, estamos pesquisando, estamos trazendo questões novas sobre a batalha e minha pesquisa caminha nesse sentido, não só a minha como a de outros pesquisadores. Logo em pouco tempo tenho certeza que a participação dos piauienses nas lutas pela independência será reconhecida” finaliza.
mas belezas do piaui.
fonte: tvcanal13
domingo, 18 de outubro de 2009
A Igreja de Cristo ama você
sábado, 17 de outubro de 2009
O Nosso Brasil está voltando na história
O assunto ainda está sendo polemizado no senado, mas a maioria não sabe, nem do que se trata, mas de muitos privilégios a uma religião. Eles deveriam ter consultado pessoas de outras religiões.
Associação Evangélica Piauiense através do seu Presidente Pr. Robson, tem lutado contra o misticismo religioso que existe nos órgãos públicos em todas as esperas aqui no estado do piauí, em suas entrevista a tv, Radio e Revista ele só usa uma palavra o estado é laico, isso é neutro. Com essa aprovação do senado o que pode ocorrer. Outras igrejas tradicionais do brasil teriam o mesmo direito que a Igreja Católica.
Já o acordo do Vaticano com o Brasil foi votado rapidamente. Em questão de horas, passou na Comissão de Relações Exteriores e, em seguida, no plenário. Collor apresentou parecer favorável e foi amplamente elogiado por senadores de diferentes partidos, como os líderes do PSDB, do DEM e do PT. Em consenso, disseram que ” é um acordo entre dois Estados, que ratifica as relações já existentes ” .
Não houve manifestações dos evangélicos e até mesmo Marcelo Crivella (PRB-RJ), da Igreja Universal do Reino de Deus, disse que ” não havia motivo para preocupação ” .
” Os juristas que consultei me disseram que o acordo firmado entre Brasil e Vaticano é o mesmo que já existe em mais de 100 países. Não acredito que o governo e a Constituição permitam privilégio a qualquer crença ” , disse.
A única crítica foi feita por Geraldo Mesquita Jr. (PMDB-AC), que considerou o acordo um privilégio à Igreja Católica.
” Será a palavra não mais da igreja, mas sim de um ente que tem acordo com o Estado ” , disse. O P-SOL, único partido a se posicionar contra o projeto na Câmara, não teve a mesma posição no Senado. O senador José Nery (PA), disse ser a favor do acordo. O líder da sigla na Câmara, Ivan Valente (SP), reclamou. ”
O P-SOL defende o Estado laico e o que está sendo firmado é um acordo religioso, não de natureza comercial ” , disse ontem Valente. O deputado bispo Rodovalho (PP-DF), um dos articuladores da Lei Geral das Religiões, disse não ser contrário ao acordo, mas defendeu que ” os mesmos critérios devem valer para todas religiões ” .
Isso a muito tempo atrás não deu certo, vai dar agora. O povo já esta cansado deste tipo de governo onde religião e estado domina principalmente uma religião que todos já sabem da igreja, não preciso nem falar.
Fonte: O Globo