segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Mulheres ganham força nos púlpitos de Igrejas e são 60% dos crentes brasileiros

Desde os tempos em que cabia às mulheres a exclusiva tarefa de ficar em casa, cuidando dos afazeres domésticos e dos filhos, elas são maioria nas igrejas. Basta visitar um culto para se ter a impressão de que as mulheres são muito mais numerosas que os homens nas igrejas. Mas só há relativamente pouco tempo têm tido acesso ao local de mais destaque no templo: o púlpito. Ultimamente, o ministério feminino tem ganhado força, num mundo onde cada vez mais as mulheres se destacam. Em mais e mais igrejas evangélicas – tradicionais, pentecostais ou neopentecostais –, a figura das pastoras, diaconisas, presbíteras e até bispas já se tornou rotineira, situação bem diferente do que ocorria no passado, quando ao gênero feminino eram reservados cargos de menor visibilidade, como cuidar de crianças ou lecionar na Escola Dominical. A Igreja Evangélica brasileira chega à segunda década do século 21 com uma face mais feminina do que nunca.

Segundo as estatísticas da organização Servindo Pastores e Líderes (Sepal), quase 60% dos crentes brasileiros são mulheres. E, embora ninguém goste de assumir qualquer discriminação, é fato notório que a membresia feminina demorou bastante para sair das posições eclesiásticas periféricas e conseguir ascender à liderança. Mas que fique claro que não foi uma transformação consciente, planejada – como acontece com a maioria das mudanças de natureza social, a revolução feminina evangélica é parte de um todo. “A Igreja passou a responder às necessidades da sociedade e essa mudança de paradigma se deu na medida em que a sociedade abriu-se para a liderança feminina nas mais diversas áreas”, diz o missionário Luis André Bruneto, coordenador de pesquisas da organização Servindo Pastores e Líderes (Sepal).

O pesquisador situa tal metamorfose num passado recente. “Essa abertura à mulher ocorre nas décadas de 1970 e 80, e vai se refletir na Igreja principalmente nos anos 90, exatamente a época em que a Igreja brasileira mais se pulverizou e cresceu”, aponta. O surgimento de milhares de novas congregações evangélicas, fenômeno religioso contemporâneo no país, é uma explicação. “Isso se deu devido à necessidade de líderes que a própria Igreja possui”, acrescenta Bruneto. E as mulheres foram naturalmente pondo a mão no arado.

Agora, essa Igreja chega à segunda geração de líderes mulheres perguntando-se o que elas têm de melhor a oferecer. Embora, naturalmente, ainda haja muitas resistências à liderança de saias – e o Novo Testamento, de acordo com a ótica da interpretação, pode tanto legitimar como rejeitar o pastorado feminino –, diversas igrejas já se utilizam do trabalho das obreiras há bastante tempo. Denominações tradicionais como a Metodista e a Luterana adotam tradicionalmente o pastorado feminino, franqueando às mulheres até cargos de direção em suas organizações. Outras, como a Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) – esta, de linha avivada –, têm nas suas origens a marcante presença feminina. Foi a canadense Aimee Mcpherson que fundou a organização, em 1923, nos Estados Unidos. Hoje, a Quadrangular está em mais de uma centena de países, inclusive no Brasil, onde é uma das dez maiores denominações evangélicas.

“Essa participação da mulher é ativa, fluente e expressiva”, concorda a coordenadora nacional das Mulheres Quadrangulares, Mara de Barros Flores. “Já está provado que temos a capacidade, o amor e a unção necessários para o crescimento da Igreja”. Ela acredita que as denominações que rejeitam a participação feminina efetiva em cargos de liderança estão perdendo tempo. “A ajuda feminina que é ativa, fluente e expressiva”. Na IEQ, mulheres atuam em todas as funções eclesiásticas, chegando a ocupar 50% do ministério. E não basta ser simplesmente casada com um pastor – a candidata ao púlpito precisa seguir os trâmites estatutários e ter o mesmo estudo e preparo dos colegas de terno. “Além, claro, do chamado, da vocação e da liderança necessárias para estar à frente de uma igreja como pastora titular.”

Sonia do Nascimento Palmeira, presidente da Confederação de Mulheres da Igreja Metodista do Brasil, cita o exemplo de Marta Watts, primeira missionária da denominação a chegar ao Brasil, para destacar a importância do protagonismo feminino na obra de Deus. A obreira, vinculada à Sociedade de Missões Estrangeiras das Mulheres da Igreja Episcopal do Sul nos Estados Unidos veio com a tarefa de educar crianças e moças. No mesmo ano, fundou o Colégio Piracicabano, em Piracicaba (SP), que hoje é conhecido como Centro Cultural Marta Watts. Criou ainda um colégio em Petrópolis (RJ) e outro em Belo Horizonte (MG), colaborando sempre com as mulheres para que tivessem acesso à educação num tempo em que este direito lhes era constantemente negado. A ênfase nestes estabelecimentos era “ministrar uma educação liberal às moças para que seu horizonte intelectual e espiritual se ampliasse, preparando-as para agir com independência”, conforme o lema do Marta Watts.

“Proveito” – Sonia considera lamentável que ainda existam igrejas dominadas apenas por homens. “Vejo isso como um equívoco muito grande, pois a Palavra de Deus ensina exatamente o contrário. Jesus valorizou as mulheres. Elas foram criadas da mesma forma que os homens, com todo o potencial que eles têm também”. Para ela, o direito de exercer papel de destaque é tanto dos homens como das mulheres. “Na nossa Confederação, estamos preocupadas como Marta Watts esteve um dia, em impulsionar as mulheres de hoje a buscarem cada vez mais o seu lugar na Igreja e no mundo”, explica.

Tal lugar, segundo a psicóloga Isabelle Ludovico, deve passar necessariamente por qualidades tipicamente femininas, como a doçura e a afetividade. Em seu novo livro, O resgate do feminino, ela diz que o ambiente competitivo acabou roubando das mulheres aqueles aspectos comportamentais que sempre as diferenciaram dos homens, com consequências na qualidade da vida afetiva e espiritual – e que isso precisa ser revisto. “As mulheres assumem muitas atividades na igreja, e isso é movido por sua paixão pelo Reino de Deus”, diz (veja Entrevista abaixo). “A participação da mulher em posições de liderança trouxe muito proveito para a Igreja”, endossa o pastor Carlos Barcelos, da Igreja Batista do Morumbi, em São Paulo. “Considero importante o olhar feminino, que contribui para a ampliação de percepções dos vários problemas que uma comunidade pode enfrentar”. Defensor do mérito, independentemente do gênero, Barcelos diz que o papel a ser exercido pela mulher na igreja depende de suas capacidades e habilidades. “Toda posição de liderança, seja preenchida por um homem ou mulher, demanda do líder o cultivo de uma vida cheia do Espírito, pois as decisões tomadas afetam a vida de muitas pessoas”, pondera. Por isso mesmo, acrescenta, a mulher não deve deixar de lado suas características para sentir-se aceita. “Quando a mulher pretende agir como homem, está no caminho da falha.”

O pastor sugere um reestudo hermenêutico do texto bíblico de I Timóteo 2.11, que comumente é usado para justificar uma suposta posição secundária da figura feminina no contexto da Igreja. Para ele, a expressão “ficar em silêncio” deve ser entendida num contexto de disputa por autoridade, inclusive sobre o homem. “Toda situação em que o homem se retrai e a mulher entra no espaço deixado por ele costuma trazer problemas sérios”, analisa. Às mulheres com destaque na igreja, Barcelos aconselha, sobretudo, que se submetam àquilo que o Espírito Santo lhes indicar. “Isso não pode ser contrário ao que a Bíblia ensina e nem uma bandeira reivindicando posições. Se determinada Irma tem convicção de um chamado, trabalhe com paciência até que surja a oportunidade de pô-lo em prática”.

Exercício dos dons – Blanche Bruno, pastora de missões e aconselhamento da Igreja Cristã Casa da Rocha, acha que o mais importante é o exercício dos dons para abençoar a congregação. “O Espírito é o mesmo que age em todos, mas Deus criou a mulher com sensibilidades particulares”, diz a obreira. “Nossos mecanismos de percepção são diferentes dos homens, e por isso o papel feminino, tão importante na família e no trabalho, também o é no âmbito da igreja”. Blanche, que juntamente com o marido, José Bruno, eram bispos na Igreja Renascer em Cristo até o ano passado, acredita que a igreja não funciona por causa dos cargos que as pessoas nela ocupam, mas pelo cumprimento do chamado de seus membros. “Quando isso acontece, cada um está no seu devido lugar, seja homem, seja mulher”.

A jovem Alyne Romeiro, assistente pedagógica e membro da Igreja Cristã da Trindade, avalia como seria uma igreja sem a participação de mulheres na liderança. Ela atua no ministério de louvor e organiza eventos para os jovens em sua igreja e acredita que Deus chama a cada um individualmente, independente do sexo. “Uma igreja sem mulheres à frente, seria uma igreja de poucas atividades, criatividade e talvez alguns detalhes passariam despercebidos. “Deus nos fez criativas, mais emocionais, preocupadas com detalhes, mais ouvintes, temos maior facilidade em abrir mão de nossas coisas.” Alyne não consegue se imaginar sentada, sem fazer nada. Não só pelo fato de ser filha de pastor, mas sim pelo fato de ser cristã. “É como se eu fosse devedora. Se quero que todos sejam alcançados por essa graça, preciso trabalhar para isso e trabalho por amor e gratidão ao Senhor”, declara.

A valorização que Cristo fez da figura feminina é lembrada por Lia Casanova, ligada ao Ministério Desperta Débora, como principal endosso a uma participação cada vez mais ativa da mulher na obra de Deus. . “Tenho firme convicção de que Deus nunca se agradou da forma como a mulher passou a ser tratada ao longo da história, por isso Jesus se deu ao trabalho constante de mostrar aos homens como devemos ser consideradas”, advoga. Ligada a um movimento nacional de oração integrado exclusivamente por mulheres, ela lembra o exemplo de grandes mulheres de fé na Bíblia, como Maria, a mãe de Jesus, e Madalena, que não negou seu Mestre nem nos momentos de maior perigo. “Nós somos feitas por Deus e devemos nos colocar nas suas mãos para que possa nos usar para seu serviço e sua glória quando, onde e como quiser.”

Fonte: Cristianismo hoje

A Bíblia mais antiga escrita no idioma alemão no Brasil, preservada há 300 anos

A Bíblia mais antiga escrita no idioma alemão no Brasil é bem mais do que um livro passado de geração em geração há quase 300 anos, na família Ensslin. Trata-se de um tesouro que chega a fazer parte da própria bandeira do município de Arroio do Tigre, fato que demonstra o apego às raízes germânicas, cujos descendentes, no dia 6 de novembro de 1963, levaram o município a deixar a condição de vila de Sobradinho para se transformar no Celeiro da Região Centro-Serra.

A Bíblia, datada de 1584, foi trazida à região pelo alemão Ludwig Gustav Ensslin, no ano de 1886. Ele trouxe a relíquia na bagagem, nos porões do navio Argentina. O exemplar de luxo, herança de família, é conhecido como a Bíblia de Wittenberg. Ludwig, avô de Francisco Ensslin, foi mestre curtidor e procedente da cidade de Bopfingen, na Alemanha.

O imigrante alemão desembarcou no Rio Grande do Sul com uma caixa pesando 317 quilos. Atualmente, o livro é preservado em um cofre na residência de Paulo e Julsane Ensslin, em Arroio do Tigre. O casal recebeu a publicação no dia 14 de outubro de 2001, de Francisco Carlos Ensslin, com quem esteve por muitos anos. O livro pesa seis quilos e meio, possui a espessura de 39 centímetros e 1.246 páginas. Francisco era viúvo e não tinha filhos naturais, por isso repassou a relíquia para Paulo, seu afilhado.

Uma capa de madeira, revestida de couro, protege o exemplar, que se encontra em bom estado de conservação. Pelo valor sentimental, a obra está acondicionada em um cofre. Há Bíblias ainda mais velhas, porém em latim.
Nas duas contracapas está descrita a transferência de propriedade, geralmente de mãe para filha, com tinta legível. A primeira inscrição foi feita em 1719 por Maria Elisabeth Ensslin, que herdou a Bíblia da mãe.

Cuidados Especiais

De acordo com Julsane Ensslin, antes da tradicional festa da família, a intenção é levar a Bíblia para um restaurador profissional em São Paulo. Justamente com o objetivo de preservar ao máximo as condições do livro, ele não é exposto ou emprestado a ninguém, salvo em casos raríssimos. “Precisamos cuidar desse patrimônimo que tem, pelo menos para nós, um valor sentimental muito grande”, afirma. A Bíblia terá – em virtude da sucessão natural – Jader Henrique Ensslin, de 25 anos, como futuro dono. “Os mais antigos se emocionam quando estão perto do livro. O Ludwig, mesmo com dificuldades financeiras, não quis vendê-la”, afirma.

Fonte: Gazeta do Sul / gospel prime

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

A Igreja comemorou mais um aniversário do Reverendo Pr. Ariel Carvalho da ADMJ

Nascido em 30 Outubro de 1958, 52 anos de idade pastor evangelico a mais de 20 anos. Deus colocou em suas mãos uma grande obra, Assembleia de Deus Ministerio do Jordão, para levar a palavra de salvação a muitas pessoas através das Igrejas e do programa de radio onde é usado somente para pregação da palavra de Deus.
No ultimo dia 30 a igreja comemorou seu aniversario de 52 anos, Deus fez milagre e maravilhas, contamos testemunhos de vida e o que Jesus fez em sua vida na trajetoria de trabalho e administração da Igreja. Foi uma benção o culto, agradecemos a Deus por sua vida e obra.

O Fracasso da jogada politica do ecumenismo


Essa turma toda que saiu derrotada da eleição pode buscar algum refúgio espiritual em Silas Malafaia, o pastor que usou seu programa de TV para, ilegalmente, conclamar seus fiéis a votarem em Serra.

Ou pedir a benção do bispo de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, que mandou imprimir 2 milhões de cópias do panfleto anti-Dilma “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”. Aquilo, sim, foi apelação!

Na calada da Band, Malafaia bradou argumentos homofóbicos contra Dilma. E julgou Serra "mais preparado". Foi apressado demais e, no dia seguinte, o tucano deu seu apoio à união civil entre homossexuais. Vergonha alheia.

Malafaia apoiou Marina Silva até onde deu. Os dois são integrantes do mesmo grupo evangélico. Só que, passado um tempo, foi seduzido por sua santidade, o Serra. E aí caiu em tentação de vez: se uniu com orgulho aos padres e cardeais católicos contra Dilma. Foi para a campanha de Serra de corpo e alma.



Quando surgiram as boatarias criminosas na internet contra Dilma, Malafaia fez cara de santo. Uma delas espalhava que a candidata do PT havia dito que nem Deus tiraria sua vitória. Depois, a imprensa denunciou uma central para comprar pastores no centro de São Paulo. O pastor entrega os votos do seu rebanho e, em troca, leva um trocado. Malafaia mais uma vez posou de santo. Imaculado Malafaia.

O bispo católico Bergonzini também jogou pesado. A Polícia Federal apreendeu mais de 1 milhão de panfletos ilegais em uma gráfica de tucanos. Era uma encomenda da Diocese de Guarulhos. Crime eleitoral. Isso é exemplo que se dê ao rebanho?

A História está cheia de exemplos macabros de onde isso vai parar. Não por acaso, enquanto Malafaia e Bergonzini excomungavam Dilma, dos olhos deles saiam labaredas de ódio. Lembravam fogueiras.

O fato é que esse discurso da intolerância foi derrotado nas urnas. O país amadureceu, e a liberdade de culto saiu fortalecida. Os falsos profetas se deram mal.

fonte: blog do provocador

terça-feira, 2 de novembro de 2010

“Jesus era HIV positivo”, afirma pastor sul-africano em seu sermão

“Hoje vou começar um sermão em três partes com o tema: Jesus era HIV positivo”, disse recentemente o pastor sul-africano Xola Skosana, em um culto dominical.

Essas palavras inicialmente surpreenderam sua congregação no bairro Khayelitsha, na Cidade do Cabo, deixando todos em silêncio. Depois, geraram todo tipo de comentário nas igrejas do país. Alguns cristãos ficaram ofendidos, afirmando que o pastor retratou Jesus como alguém sexualmente promíscuo.

O vírus HIV é transmitido principalmente através de relações sexuais, mas também pode se propagar através de agulhas compartilhadas, sangue contaminado, gravidez e amamentação. No entanto, como disse o pastor Skosana (foto) aos que estavam reunidos no modesto salão da escola Luhlaza usado para os cultos semanais: em muitas partes da Bíblia Jesus se colocou no lugar dos miseráveis, dos doentes e dos marginalizados.

“Sempre que você abre as escrituras, vê Jesus se colocando na pele de pessoas que experimentam quebrantamento. Isaías 53, por exemplo, pinta claramente um retrato de Jesus tomando sobre si as enfermidades e os males da humanidade”, disse ele à BBC. Skosana também é rápido em salientar que está usando essa metáfora para destacar o perigo da pandemia do HIV/Aids, que ainda carrega um estigma em favelas da África do Sul.

“Claro, não há nenhuma evidência científica de que Jesus tinha o vírus HI em sua corrente sanguínea”, diz o pastor, cujo ministério não-denominacional Hope for Life [Esperança para a Vida] é parte de um crescente movimento carismático na África do Sul.

“O melhor presente que podemos dar às pessoas que são HIV positivas é ajudar a fazer AIDS deixar de ser estigmatizada e criar um ambiente onde eles sabem que Deus não está contra eles, que não se envergonha deles.”

Zombando de Cristo

Mas o pastor Mike Bele, que dirige a Igreja Batista Nomzamo, no bairro vizinho de Gugulethu, disse que a maioria do clero em Khayelitsha e outros bairros da Cidade do Cabo se opõem fortemente a essa associação de Jesus com o HIV.

“O tema envolvendo meu Jesus ser HIV-positivo é grave“, diz ele. “Acredito que nenhum líder ungido e com bom entendimento das escrituras e o papel de Cristo em nossas vidas, iria deliberadamente arrastar o nome de Cristo na lama.”

Para o pastor Bele, retratar Jesus como alguém HIV positivo faz com ele se torna parte do problema, não da solução. ”O pastor precisa explicar o que aconteceu para ele trazer Cristo ao nosso nível, pois Cristo é supremo e é Deus”, diz ele. ”Há uma preocupação de que os não-crentes zombem de Cristo e tentem generalizar Cristo, colocando-o em oposição à força poderosa que acreditamos que ele seja.”

O pastor Skosana, que está no ministério há 24 anos e perdeu duas irmãs para a Aids, argumenta que os líderes religiosos têm um papel muito maior no combate à propagação da pandemia na África do Sul. Afinal, cerca de 5.7 milhões de pessoas vivem com o vírus – mais do que em qualquer outro país.

Ele concluiu a última parte de seu sermão de três semanas fazendo o teste de HIV em frente à congregação. Depois, 100 fiéis seguiram o seu exemplo.
“A mensagem à igreja é que não é suficiente darmos comida às pessoas em particular, dar-lhes só mantimentos, devemos criar um ambiente que os fortaleça, porque a maioria das pessoas HIV positivas não morrerão necessariamente de doenças relacionada à Aids, mas por estarem de coração partido, rejeitados”, disse.

As favelas sul-Africano são os locais mais afetados pela pandemia de HIV

Medo e ignorância

Em meio à polêmica, o reverendo Siyabulela Gidi, diretor do Conselho Sul-Africano de Igrejas, saiu em apoio ao pastor Skosana, dizendo que seu ponto de vista está teologicamente correto.

“O que pastor Skosana está dizendo é que Cristo, se viesse ao mundo nos dias de hoje, estaria ao lado das pessoas que são HIV positivas – pessoas que estão sendo deixadas de lado pela própria igreja que agora o ataca”, afirma o sacerdote anglicano. ”Felizmente o pastor Skosana gerou diálogo sobre o assunto no país, no mundo, é para isso que a teologia existe”.

Fora dos círculos religiosos, o pastor Skosana também recebeu apoio de ativistas do combate à Aids. “O sermão do pastor tira o estigma de que HIV é um pecado e um castigo de Deus”, diz Vuyiseka Dubula, secretário-geral do poderoso grupo de combate à Aids Treatment Action Campaign.

“Associar Jesus com o HIV é algo poderoso, principalmente para aqueles que vão à igreja Agora as pessoas estão começando a pensar:. ‘Se Jesus podia ser HIV positivo, quem sou eu para não tê-lo, mesmo se frequento a igreja?’”

Jan Glazewski, professor de direito marítimo e ambiental na Universidade da Cidade do Cabo, HIV positivo há 25 anos, escreveu uma carta para o jornal Cape Times, onde identificou-se com a idéia de que Deus estava do lado dos pobres e marginalizados. ”A metáfora do pastor dá força a todos nós”, disse ele. “Quando ligou Jesus ao HIV, seu sermão provocou protestos, bem como expressões de raiva. Isso acontece por causa do medo e da ignorância.”

É essa luta contra o medo e a ignorância que o pastor Skosana está determinado a continuar. “Quanto mais falamos sobre isso em nossos púlpitos e mais pedimos às pessoas para fazer o teste voluntariamente na igreja, melhor. Uma das coisas mais poderosas que podemos fazer como igreja, agora, é dizer que Jesus foi e é HIV positivo.”

fonte: BBC / tradução: Jarbas Aragão

Mulçumanos querem que Franklin Graham Fique de Fora da Oração no Capitólio

Menos de uma semana após Franklin Graham ser excluído do evento de oração no Pentágono, o evangelista enfrenta outra tentativa de ser barrado em evento do Dia Nacional da Oração.

O Conselho de Relações Islâmico-Americano (CRIA), um grupo que é largamente acusado de ter ligações com terroristas, tem pedido aos patrocinadores do congresso do evento do Dia Nacional da Oração no Capitólio para cancelarem o convite de Graham para que ele não discurse na reunião do dia 6 de maio.

O CRIA denunciou Graham de ser um “pregador anti-islâmico” que envia uma mensagem de “intolerância religiosa”.

“Franklin Graham tem o direito de ter ‘islã-fobia’, porém não tem o direito a um palanque público” falou em declaração Corey Saylor, diretor nacional legislativo do CRIA.

Apesar da pressão para tirar Graham, membros do Congresso envolvidos no DNO na colina do Capitólio disseram que não irão cancelar o convite. O Republicano de direita Robert Aderholt que tem patrocinado o evento por vários anos e outros deputados declaram que o convite continuará de pé, de acordo com a Força-Tarefa do Dia Nacional da Oração.

“Sugerir que o Sr. Graham seja colocado de lado no evento do Dia Nacional da Oração por causa das suas opiniões religiosas é um absurdo” disse a presidente Shirley Dobson,numa declaração na terça-feira. “Ninguém entende melhor que ele a necessidade de oração nesse momento crítico para a história da nossa nação”.

A Sra. Dobson, esposa de o Dr. James Dobson, fundador da Família em Foco, aponta que o filho de Graham está atualmente servindo às forças amadas no exterior pela quarta vez. E o pai do evangelista, Billy Graham, tem prestado serviços religiosos a vários de presidentes e aos Americanos por décadas.

“Uma atitude que exclua qualquer membro desta grande família deste evento de oração representaria tudo que é errado com a corretude da agenda política que é exuberante em nosso país”, disse Dobson. “Os fundadores da nossa nação não tolerariam isso, nem nós deveríamos”.

Graham tem cadeira co-honorária na Força Tarefa do Dia Nacional da Oração.

Na ultima quinta-feira, o exército cancelou a apresentação programada de Graham no Dia Nacional da Oração no Pentágono devido aos comentários anteriores feitos acerca do Islã.

Após o ataque terrorista de 11 de setembro, Graham chamou o Islã de uma “religião muito perversa e má”. Ele também fez comentários depreciativos sobre a fé mulçumana em uma entrevista em dezembro de 2009 à CNN para Campbell Brown.

A Fundação Militar de Liberdade Religiosa, em nome do pessoal militar mulçumano e do pessoal do departamento de defesa, enviou uma carta ao secretário de defesa Robert Gates solicitando que Graham não fosse convidado para falar no evento de oração no Pentágono. O exército chamou o comentário inapropriado e que achou que ia contra a mensagem de tolerância do exército.

Graham chamou a atenção do Presidente Obama com a situação da oração no Pentágono, durante a visita de Obama com Billy Graham em sua casa na Carolina do Norte no domingo, o Graham jovem expressou sua preocupação com os ativistas que estavam tentando retirar todas religiões do meio militar.

Graham disse à Impressa Associada que Obama disse que “iria dar uma olhada no assunto”.

fonte: The Christian Post

Aniversário da Assembléia de Deus Ministério do Jordão

A igreja Assembléia de Deus Ministério do Jordão nasceu com uma vocação para crescer e se tornar universal. Já havia algumas intimações de tal universalidade no Antigo Testamento (Sl 67.2) mas essa ênfase se tornou explícita nos ensinos de Jesus Cristo e dos apóstolos. Ao confiar a “grande comissão” aos seus seguidores, Jesus foi muito claro: eles deviam fazer discípulos de todas as nações (Mt 28.19). por isso nos estamos reunidos com um só Espírito de Adoração e Louvor ao nosso Deus.

A Igreja do Senhor Jesus nasceu no coração do Pai todo poderoso para dissemina a palavra de Deus a muita pessoas. Pois a mesma no dia 21 de Novembro de 2010, comemora mais um ano de trabalho prestado a sociedade de modo geral tanto no lado espiritual como material. Nosso endereço está localizado Na Quadra 04 Setor A N°12 Mocambinho II Teresina - Piaui.Vamos orar por esse Culto e trazer visitantes para a casa de Deus e que esteja cheia de pessoas para adorá-lo.

Não deixe de participar de uma comunidade Cristã, pois uma vida em sociedade é o melhor para cada um de nos.

Que o Senhor Jesus possa esta mostrando a você o verdadeiro caminho.