sábado, 15 de maio de 2010

Um Palestino islâmico do Hamas se converte ao Cristianismo, Ele Disse Sua fonte foi Jesus Cristo


Em 1987, o xeque palestino Hassan Yousef foi um dos sete fundadores do Hamas, grupo extremista islâmico que atua na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Os radicais da organização já comandaram 350 atentados contra israelenses provocando mais de 500 mortes. Seu filho, Mosab Hassan Yousef, 32 anos, é o autor do livro Filho do Hamas (Sextante), que chegou às livrarias brasileiras na semana passada. Na obra, revela como colaborou para o serviço secreto israelense, o Shin Bet, e explica por que converteu-se ao cristianismo. Yousef conversou com o repórter Duda Teixeira, pelo telefone, de Nova York.

Seu pai é um imã. Ele pregava o Islamismo nas mesquitas e ajudou a fundar o Hamas. O que o levou a converter-se ao Cristianismo? Depois de ser preso pelos soldados israelenses por porte de armas, em 1996, fui levado à prisão em Megiddo, Israel. Dentro do prédio, os detentos eram divididos segundo a filiação. Havia a ala do Hamas, que era a maior, a do Fatah, a da Jihad Islâmica e outras. Eu fiquei na do Hamas. Do interior das celas, testemunhei o que os integrantes do grupo faziam com seus próprios colegas. Quando os líderes do Hamas suspeitavam que um dos nossos estivesse dando informações aos israelenses, eles o torturavam. Havia interrogatórios diários. Isso fez com que eu repensasse alguns conceitos. Era um grau de brutalidade que nem mesmo os israelenses tinham conosco. Saí da prisão um pouco desnorteado. Mais tarde, comecei a estudar a Bíblia com amigos. O livro falava em “amar os seus inimigos”, o que fez todo sentido para mim.

Quem eram os torturadores? Como eles procediam? Eram os homens que integram o braço de segurança do Hamas. Quando iam punir alguém, esvaziavam uma cela e ligavam a televisão em volume bem alto para que os outros não ouvissem os gritos de desespero. Na falta de uma televisão ou rádio, começavam a rezar bem alto. Então, colocavam agulhas embaixo das unhas dos suspeitos. Derretiam embalagens plásticas e as colocavam sob a pele das pessoas. Queimavam cabelos e pelos. Eram sessões de aproximadamente meia hora. Às vezes, impediam o interrogado de dormir por vários dias. Entre 1993 e 1996, dezesseis pessoas foram mortas pelo Hamas em prisões israelenses. Sob tortura, as vítimas confessavam as coisas mais absurdas. Como eu digitava rápido, fui chamado para redigir muitos desses depoimentos. Era loucura. Depois, entregavam as confissões para os familiares. Caso o detento fosse solto, seus parentes e amigos passavam a evitá-lo. A vida social dele acabava.

O Hamas continua usando as mesmas práticas? Provavelmente, mas não na mesma intensidade como no passado. Meu pai esteve detido em Megiddo e coibiu muito as torturas. Ele mudou o jeito de pensar daqueles homens. Mas o Hamas continua praticando-as. Quando pensam que alguém colabora com Israel, torturam e matam. É isso o que está acontecendo na Faixa de Gaza agora. Ao contrário do que diz o Hamas, Israel não é o principal inimigo dos palestinos, e sim os próprios palestinos.

Um dos principais desafios do mundo hoje é conseguir que o Hamas participe das negociações de paz. Existe a possibilidade de o grupo sentar-se com os rivais do Fatah e com o governo de Israel para conversar? Os líderes do Hamas até podem dizer que buscam uma solução e dizer que abrem mão de Jerusalém como capital. Mas eles não manterão a palavra simplesmente porque o Deus deles não permite isso. É um bloqueio religioso. O Hamas não reconhece Israel. Ponto. O Corão diz que os israelenses são macacos e porcos. Toda vez que algum representante do grupo obtem algum progresso, esbarram no muro da ideologia ou no da religião.

Agora que você se converteu ao cristianismo, como enxerga as diferenças entre o Corão e a Bíblia? Não é justo comparar os dois livros. O Corão está cheio de ódio, de ignorância, de erros. Não tem ética. É um livro doente que deveria ser banido das escolas, das bibliotecas, das mesquitas. A Bíblia, por outro lado, tem Jesus Cristo, que foi perseguido, torturado, e mesmo assim continuou amando as pessoas e seus opressores. Os dois livros têm deuses completamente diferentes. Um, o do Islã, é o do ódio. O deus da Bíblia é o do amor. Muitas coisas que fiz durante o meu trabalho com o Shin Bet foram inspiradas pelos ensinamentos de Jesus Cristo. Tenho um amor incondicional por ele. Cristo é o meu herói.

Mas a Bíblia também foi usada para justificar torturas e mortes durante a Inquisição, por exemplo. Ok… Mas essas coisas foram feitas por pessoas que não entenderam a principal mensagem da Bíblia. Não compreenderam as falas de Jesus Cristo, que é o nosso maior exemplo. O amor incondicional de Jesus não é um capítulo separado do livro, mas sua principal mensagem.

Você não teme promover o ódio entre religiões e se tornar um fundamentalista cristão? Eu sei quais são as minhas responsabilidades. Não quero promover uma rixa entre religiões. Eu amo os muçulmanos. Falo com eles com carinho. Mas preciso ajudar a consertar a religião deles. Ser forte e dizer a verdade, mesmo que isso possa causar confrontações. No mais, não há o risco de eu incitar uma guerra religiosa porque isso já acontece no Oriente Médio. Não seria algo novo.

Fonte: veja.com

sexta-feira, 14 de maio de 2010

As Cortinas de Ferro da China foram abertas para grupos religiosos

O governo chinês, oficialmente ateísta, pediu aos grupos religiosos e às pessoas de fé para ajudar nos esforços de reconstrução da província no Noroeste da China, devastada por um terremoto.

Em uma carta aberta publicada em site oficial, a Administração do Estado da China para os Assuntos Religiosos pediu à comunidade religiosa doações para a reconstrução da área Tibetana de Yushu, na província de Qinghai, que foi devastada por um terremoto de magnitude 7,1, em 14 de abril.

Pelo menos 2,2 mil pessoas foram mortas, mais de 12 mil foram feridos e mais de 100 mil ficaram desabrigadas pelo terremoto em Yushu.

Segundo a carta, a comunidade religiosa já doou mais de US$ 12,7 mil para a área atingida pelo terremoto. O departamento de assuntos religiosos espera que os líderes e crentes individuais façam mais doações.

A carta também agradeceu as orações e esforços de assistência imediata realizada por organizações religiosas.

As autoridades chinesas disseram na semana passada que espera que a obra de reconstrução do Yushu seja concluída em três anos, segundo a Xinhua, a agência de notícias estatal.

Desde abril, grupos de ajuda humanitária cristãos têm trabalhado para distribuir itens de necessidade imediata, como alimentos, abrigo e roupas para as vítimas.

Nos últimos anos, a China tem sido em geral mais receptiva à religião na sociedade, apesar dos problemas em curso com a liberdade religiosa.

O diretor-geral da Administração Estatal para Assuntos Religiosos, Ye Xiaowen, reconheceu em 2007 que o número de seguidores religiosos chineses, incluindo os cristãos, tem crescido. Ele também alegou que, em vez de esmagar as religiões, o partido comunista chinês incentivará a religião a desempenhar um papel positivo “na promoção do desenvolvimento econômico e social” no futuro.

Um artigo recente no jornal estatal China Daily indica que o governo está se abrindo para a religião na praça pública. O artigo, publicado em março, deu detalhes de como um estudante de 22 anos em Pequim se converteu ao cristianismo, enquanto tentava descobrir o sentido da vida.

Notavelmente, o estudante foi relatado por frequentar uma igreja de 700 membros, em Pequim, apesar de não haver registros no governo – as igrejas são ilegais na China. Os cidadãos só são autorizados a adoração em instituições religiosas aprovadas pelos órgãos criados por religiosos da China de Macau.

Para os cristãos protestantes, isso significa cultuar em igrejas afiliadas com o Three-Self Patriotic Movement e Christian China Conselho.

Apesar de progressos da China na liberdade religiosa, grupos de direitos humanos ainda informam regularmente a perseguição dos cristãos das igrejas domésticas. Organizações de direitos humanos afirmam que a China tem um longo caminho a percorrer no seu respeito pela liberdade religiosos.

Fonte: CPAD News

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Música gospel é alvo de processo de Pastor gay, da Igreja Cristã Contemporânea

O pastor fundador da Igreja Cristã Contemporânea, igreja composta por líderes homossexuais, Marcos Gladstone, entrou com pedido junto ao Ministério Público (MP) e à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) contra o compositor Toninho de Aripibu, autor da música “Adão e Ivo”, e o cantor Emanuel de Abertin, intérprete da canção.

Segundo o pastor, a música é preconceituosa e incita a homofobia. A música tornou-se conhecida após um comício de Antony Garotinho, pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro. Durante o evento político, Emanuel de Albertin cantou a música, acompanhado de Garotinho, que declarou ser contrário à união entre o mesmo sexo.

“Essa música é de tremendo mau gosto. Há uma parcela da sociedade que tem dificuldades de conviver com a pluralidade, mas esse é um exercício que tem de ser feito para que possamos viver em paz”,falou Marcos Gladstone. O pastor fez a crítica porque em um trecho a música afirma: “a cada dia multiplica a iniqüidade, sinceramente isso me deixa pensativo. Se Deus tivesse feito homem pra casar com outro não seria Adão e Eva, tinha feito Adão e Ivo”.

No clipe na música, postado no youtube, aparece fotos do casamento do pastor Marcos Gladstone com o também pastor Fábio Inácio, que aconteceu em novembro do ano passado. No título do clipe mostra o nome da música e um telefone para contato de Emanuel de Albertin, além de inscrições contra a PL 122, a Lei da Homofobia. No vídeo há uma referência a união homossexual como “desprezível, horrível e abominável”. Também criticado o fato de na foto da cerimônia de casamento, mostrando um beijo entre o casal, estar presente uma criança de seis anos.

“Já estão usando esse vídeo como forma de agressão. A gente recebe o link para o vídeo por e-mail, ouve chacotas. Para mim, música religiosa é para adoração a Deus, não para discriminar. As pessoas têm imagem de que o gay é promíscuo, não valoriza a família. Nosso casamento foi cercado de respeito para mudar essa visão. Não esperávamos esse ataque”, disse Gladstone.

A representação contra o autor e intérprete da música foi encaminhada para a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, ao Ministério Público e à defensoria pública sob acusação de infração contra os direitos de imagem.



Fonte: Gnoticias

Católicos destroem casas de evangélicos em San Cristóbal de Las Casas, No México

Recentemente, católicos tradicionalistas destruíram a casa e outras propriedades de cinco famílias evangélicas na comunidade de Los Llanos, San Cristóbal de Las Casas, no México. Segundo o site Missão Portas Abertas, as famílias são recém-convertidas.

No 19 de abril de 2009, os evangélicos Los Llanos fizeram a inauguração de um templo. A reunião foi interrompida com a entrada de 70 pessoas. Na ocasião, os católicos afirmaram que os evangélicos seriam presos por estarem prestando um culto.

Vários líderes da nova igreja foram levados para a delegacia e detidos por uma hora, enquanto outros tradicionalistas dispersavam os demais membros.

Alfonso, um dos líderes da igreja, perguntou aos invasores o que os evangélicos tinham feito de errado, e acrescentou: “Temos um Deus e Ele está no céu.” Isso enfureceu os invasores, que agrediram o pastor Alejandro Cruz Ton.

Esse incidente não intimidou os evangélicos, que continuaram a se reunir, mesmo sob os protestos dos católicos. Em uma ocasião, pedaços de madeira e árvores foram colocados na entrada do templo, para impedir o acesso dos evangélicos.

Em outra situação, a polícia foi acionada e levou para a delegacia os 12 participantes de um culto. As pessoas ficaram detidas por pouco tempo.

No dia 28 de junho, pela manhã, foi realizada uma reunião sobre como melhorar a comunidade. O foco principal foi dizer aos evangélicos que eles precisavam abandonar sua crença e voltar à fé católica.

Os evangélicos pediram que fossem respeitados seus direitos de ter sua própria religião. Os católicos responderam que a única religião de Los Llanos é o catolicismo. À tarde, os evangélicos foram presos novamente, enquanto alguns chefes da comunidade destruíam o novo templo.

As autoridades foram além da destruição do templo e criaram um documento declarando que os evangélicos estavam de acordo de que o templo deles deveria ser destruído e que cooperariam com os festivais católicos.

Os evangélicos responderam que era mentira e declararam: “Não, nós não deixamos nossa fé em Jesus.” Por conta disso, continuaram a sofrer abusos e ameaças.

Fonte: Arca Universal

Religiosos, juristas e ongs divergem sobre união civil gay

Um debate bastante polarizado dominou o clima da audiência pública sobre o Estatuto das Famílias na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) nesta quarta-feira. O Estatuto engloba diversos projetos de lei (PL 674/07 e 2285/07, entre outros) e, em alguns deles, existe a regulamentação da união entre pessoas do mesmo sexo e da adoção feita por esses casais.

Críticos e defensores da união civil de homossexuais colocaram seus argumentos diante do plenário lotado, onde evangélicos contrários à união de pessoas do mesmo sexo estavam em maioria.

Para tentar chegar a um acordo, o presidente da CCJ e relator do Estatuto das Famílias, deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), disse que diante de tantas diferenças e dúvidas, vai tentar encontrar um meio termo.

Direitos civis
Para o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, Toni Reis, não se trata de casamento, mas sim de garantir direitos civis. "Envolve essa questão da herança, de planos de saúde, de adoção. Nós queremos nem menos nem mais, queremos direitos iguais. Nós não queremos é o casamento, nesse momento não é a nossa pretensão. O que nós queremos são os direitos civis", diz Toni.
Tema eleitoral
O pastor da Assembleia de Deus Silas Malafaia afirmou que conceder os diretos civis é a porta para depois aprovarem o casamento. Ele defendeu que a família é o homem, a mulher e a prole, sendo que a própria Constituição defende esse desenho familiar. Malafaia trouxe o debate para o contexto político das eleições presidenciais.

"Eu ouvi os homossexuais fazerem aqui pronunciamentos dizendo que o presidente os indicou para a ONU, que o presidente os apoia totalmente, então nós evangélicos, que representamos 25% da população, temos que pensar muito bem em quem vamos votar para presidente da República", avisou.

Malafaia questionou se outros comportamentos poderiam, futuramente, virar lei. "Então vamos liberar relações com cachorro, vamos liberar com cadáveres, isso também não é um comportamento?" O pastor foi muito aplaudido durante sua exposição.

Desconstrução da família

Na mesma linha crítica, o pastor da Igreja Assembleia de Deus Abner Ferreira afirmou que o Estatuto das Famílias seria, na verdade, o Estatuto da Desconstrução da Família. Segundo ele, ao admitir a união de pessoas do mesmo sexo, a proposta pretende destruir o padrão da família natural, em vez de protegê-la. Ele disse que todas as outras formas de família são incompletas e que toda manobra contrária à família natural deve ser rejeitada.

Juristas discordam sobre direitos civis para uniões homoafetivas

Ela avaliou que o debate foi para a esfera ideológica. "Estou sentindo nesse espaço um clima de muito medo, de muito revanchismo, pouco técnico, pouco científico, pouco preparado”, observou. “As pessoas estão se deixando dominar por posições religiosas muito ferrenhas, e confesso que não sei porque têm medo que simplesmente se assegure direitos aos homossexuais, se assegure a crianças terem um lar", acrescentou.

Maria Berenice Dias citou decisão recente do Superior Tribunal de Justiça, que reconheceu a adoção feita por duas mulheres, e afirmou que a união homoafetiva não ameaça a família. "Argentina, Uruguai, México e Canadá são alguns dos países que reconhecem essas uniões. Quem conhece esses lugares sabe que, por lá, a família vai muito bem, obrigada", disse.


Fere a Constituição

Representando o Instituto dos Advogados de São Paulo, Regina Beatriz Tavares da Silva defendeu o atual Código Civil e disse que a criação do Estatuto das Famílias fere a Constituição. Ela não se disse contra a união homoafetiva, mas mencionou pontos como a possibilidade da amante receber pensão, o que para ela é exemplo de poligamia. Ela também criticou o fato de o Estatuto não prever a separação litigiosa culposa.

"Quando existe culpa no Direito, precisa haver pena, porque senão quem é culpado, quem age de maneira errada nunca se corrige”, afirma. “O Estatuto propõe que se elimine a culpa nos rompimentos do casamento e da união estável. Isso também é inconstitucional, isso também viola a dignidade da pessoa humana, isso viola os direitos da personalidade à honra."

De acordo com ela, o projeto pretende revogar todo o livro de Direito de Família do Código Civil, que tramitou durante 27 anos na Câmara e no Senado. "Tirar o direito de família do Código Civil é um absurdo, falar que o direito de família deve ser ater a questões de afeto é outro absurdo", afirmou

Laços familiares
O especialista em Direito Civil Paulo Luiz Lôbo, professor da Universidade Federal de Alagoas e ex-integrante do Conselho Nacional de Justiça, disse que o projeto que cria o Estatuto das Famílias é importante para fortalecer os laços familiares e dar suporte legal às situações que acontecem na realidade.

Ele afirmou que a proposta moderniza a legislação ao propor simetria entre casamento e união estável e também ao abordar questões patrimoniais dentro dos casamentos e das uniões.




Fonte: Agência Câmara

O Secretário do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, afirmou que não é o celibato

O Secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, afirmou nesta segunda-feira (12) que é o homossexualismo, e não o celibato, que deve ser relacionado à pedofilia, em uma alusão aos inúmeros escândalos envolvendo sacerdotes na Europa e nos Estados Unidos.

Bertoni, que está em meio a uma viagem ao Chile, afirmou que o papa Bento XVI “logo tomará novas e surpreendentes iniciativas em relação aos casos de abuso sexual”, sem dar maiores detalhes.

“Diversos psicólogos e psiquiatras já declararam que não há relação entre o celibato e a pedofilia, enquanto muitos outros disseram, pelo que fui recentemente informado, que há a relação entre pedofilia e homossexualismo”, afirmou o ministr em uma entrevista coletiva.

“Essa patologia toca todas as categorias da atividade humana, e os padres em uma proporção menor”, afirmou. “O comportamento desses padres, nesses casos, é muito sério, é escandaloso.”

A visita de Bertone ao país sul-americano coincide com um período em que a Igreja Católica tem sido assolada por diversos escândalos envolvendo abusos sexuais de crianças – a maior parte de meninos – por padres. Além dessas denúncias, há também acusações de que a instituição religiosa teria se silenciado em relação a alguns desses casos – envolvendo até mesmo o papa antes de ser escolhido para substituir João Paulo II em 2005.


Fonte: G1

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Filha cristã de 18 é seqüestrada, agredida e convertida no Paquistão

PAQUISTÃO – Os muçulmanos que sequestraram e converteram à força uma jovem cristã de 18 anos agrediram a mãe dela em duas ocasiões para impedi-la de tentar recuperar sua filha.

No dia 25 de abril, Muhammad Akhter e Muhammad Munir invadiram a casa da viúva de 50 anos, Fazeelat Bibi, enquanto seus filhos estavam no trabalho e a agrediram, pois estavam nervosos com suas tentativas de recuperar sua filha Saira.

O presidente da Fundação de Advogados Cristãos (CFL), Khalid Gill, disse que as ligações feitas pelos vizinhos para a polícia foram em vão, pois os homens a agrediram em Lahore, na colônia predominantemente muçulmana de Bostaan.

No dia 18 de abril, Muhammad Akhter e membros de sua família já haviam agredido Fazeelat Bibi com paus e rasgado sua roupa, quando a viúva foi até a casa deles depois de ter recebido um telefonema de sua filha sequestrada.

Na ligação que Saira fez à sua mãe, a jovem chorava e dizia que Munir e Akhter estavam espalhando rumores de que ela havia fugido com Munir. A jovem contou como Munir, Akhter e a irmã de Munir, Billo Bibi, tinha ajudado no sequestro, roubado suas joias e a forçado a se converter ao Islã e casar com Munir.

Na época em que foi sequestrada, no dia 10 de março, Saira estava noiva de um jovem cristão chamadi Youhanabad, um bairro pobre na periferia de Lahore.

“Os irmãos de Saira e eu estávamos muito felizes porque iríamos marcar a data de seu casamento.”

Fazeelat Bibi procurou a ajuda da polícia, mas os advogados dela disseram que o inspetor foi subornado pela família de Munir e que estava inclinado a ajudar os seus companheiros muçulmanos no caso. O inspetor também disse para Fazeelat mudar para um bairro pobre cristão, pois ninguém iria ajudá-la em Boostan.

Depois do dia 18 de abril, Fazeelat Bibi não soube mais nada de sua filha.

Fonte: O Verbo